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quinta-feira, 15 de julho de 2010

PRAZER SEXUAL NA BÍBLIA

As colocações abaixo foram elaboradas em resposta às perguntas de um professor ímpio sobre uma suposta origem bíblica de uma possível repressão ao prazer sexual entre os judeus.

Análise bíblica da "repressão ao prazer sexual"

1) Sexo-prazer - mal visto.

Tal suposição não encontra fundamento na bíblia. Nela não se vê nenhuma palavra contra o prazer sexual. Somente se determina que a cópula seja restrita aos cônjuges. Deus criou o seres humanos: macho e fêmea (Gênesis 1.27). Essa distinção já pressupõe a prática sexual. Além disso, Deus ordenou que suas criaturas crescessem e multiplicassem (Gênesis 1.28). Entendemos que o sexo existe para a reprodução. Entretanto, tal compreensão e afirmativa não representam a negação ao prazer. Se não houvesse o desejo e a satisfação encontrada no ato sexual, a perpetuação da espécie humana teria corrido sérios riscos no início da história humana. A reprodução ficaria dependendo de uma consciência de obrigação por parte das pessoas, e o ser humano poderia se extinguir por uma simples questão de esquecimento ou falta de tempo. Para que assim não ocorresse, Deus fez com que o sexo fosse prazeroso. Podemos pensar da mesma forma em relação ao ato da alimentação. Se formos analisar, concluiremos que temos a "obrigação" de ingerir alimentos e beber água freqüentemente. Entretanto, normalmente não pensamos no comer e beber como uma obrigação, mas, quase sempre como um prazer. Para a nossa própria segurança e também para o nosso próprio bem estar, Deus fez com que a alimentação fosse um motivo de prazer para nós.
Alguém pode dizer que o prazer é legítimo, mas que o ato sexual deve ter sempre o objetivo da reprodução. Como dissemos, o ato sexual existe para a reprodução, mas a bíblia nos dá a entender que o mesmo é legítimo e honrado, mesmo que a reprodução não ocorra ou não esteja sendo buscada. Vejamos o que diz o apóstolo Paulo na primeira carta aos coríntios, capítulo 7, versos 4 e 5: "A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher. Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás vos não tente pela vossa incontinência." Paulo está dizendo que a prática sexual seria constante na vida do casal e que a abstinência só poderia acontecer por consentimento mútuo e por pouco tempo. Paulo estaria ensinando os casais a terem filhos ininterruptamente? Creio que não. O que está em pauta é a necessidade do prazer sexual e sua legitimidade dentro dos limites do matrimônio.
No Velho Testamento, no livro de Cantares de Salomão, encontram-se várias alusões aos atributos físicos dos cônjuges e ao seu relacionamento amoroso. Suas palavras parecem se relacionar bem com a questão do prazer e não com a sua negação.

2) Esterilidade - maldição.

A idéia da esterilidade como maldição é encontrada nos relatos bíblicos. Quando Deus se revelou a Abraão, o patriarca de Israel, fez-lhe a promessa de uma descendência numerosa, a qual, assim como as estrelas do céu e os grãos de areia da praia, não poderia ser contada. (Gênesis 15.5). Assim, todo israelita se considerava abençoado quando podia ter filhos. Estava, desse modo, sendo alcançado pela bênção de Deus prometida a Abraão. A esterilidade era então vista como maldição, por ser contrária à benção. Os homens valorizavam muito o fato de deixarem herdeiros. Por isso, as mulheres estéreis eram, em muitos casos, desprezadas. Seus maridos logo se uniam a outra mulher para com ela ter filhos. Evidentemente, quando o homem amava uma mulher, ele não a rejeitava por causa da esterilidade, mas, de qualquer forma, ela se sentia a pior das criaturas. (Gênesis 16.1-6 Gênesis 30.1-26 I Samuel 1.1-20 II Samuel 6.16-23 Salmo 127.3-5).
Pela bíblia, entendemos que Deus escolheu a nação de Israel para que, através dela, Cristo viesse ao mundo. Para que isso acontecesse, esse povo precisava se multiplicar. A esterilidade surgia então como um estorvo ao propósito divino.
Apesar de tudo isso, a bíblia nos mostra o amor divino pelas mulheres estéreis. Ainda que os homens as rejeitassem, Deus não as rejeitava. Nos textos mencionados vemos, inclusive, casos em que Deus ouviu a súplica de mulheres estéreis e lhes curou a esterilidade. (Salmo 113.9).
No Novo Testamento, temos uma referência atípica sobre as mulheres estéreis. Jesus fala de um tempo de angústia tão grande, que as mulheres estéreis estariam felizes por não terem filhos para o sofrimento (Lucas 23.28-30; Mateus 24.19).


3) Adultério (feminino) - punição com apedrejamento público.

Não existe adultério feminimo. O adultério é um ato que envolve um homem e uma mulher. (A não ser que se trate de uma mistura de adultério com lesbianismo). A lei de Moisés determinava pena de morte para os adúlteros, homem e mulher. (Êxodo 20.14; Levíticos 18.20; Levítico 20.10; Deuteronômio 22.22). No evangelho de João temos o relato a respeito de uma mulher adúltera, que foi trazida pelos fariseus perante Jesus, para que ele dissesse se deveriam apedrejá-la ou não. Vemos nesse episódio uma tentativa de se cumprir parcialmente a lei. Onde estava o homem que adulterara com aquela mulher? O texto nos diz que houve flagrante. Logo, não trouxeram o homem porque não quiseram.
A proibição do adultério nada tem a ver com repressão ao prazer sexual. A bíblia ensina o valor da família. Se não houvesse nenhuma restrição ao adultério e à prostituição, então a família cairia em extinção. As conseqüências poderiam ser: filhos sem um lar, sem uma estrutura familiar tão necessária à formação da personalidade. Os idosos desamparados ou isolados, já que suas vidas foram totalmente fragmentadas por aventuras sexuais sem regras e sem compromissos. Por essa causa, seria difícil a existência de laços e responsabilidades. E não é o que temos visto muitas vezes? Tudo isso tem acontecido em escala cada vez maior devido ao desprezo pelos princípios bíblicos. (Provérbios 2.16; Provérbios 5.8; Jeremias 23.10; O Novo Testamento não nos manda apedrejar os adúlteros, mas continua ensinando que o adultério é pecado, é um atentado contra a família e contra a sociedade. (Mateus 5.27-28; Mateus 12.39; Romanos 7.1-3; I Coríntios 6.9; Hebreus 13.4; Tiago 4.4). A palavra de Deus aos adúlteros é que se arrependam, se convertam aos ensinos de Cristo e sejam fiéis aos seus conjuges. Tudo está resumido no que Jesus disse àquela mulher adúltera: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? (E ela disse: ninguém, Senhor). Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais." (João 8.10-11).

4) Menstruação - impureza que necessitava de rituais de purificação.

O texto de Levítico 15, menciona o fluxo feminino (menstruação) e o fluxo masculino (polução) como imundícies. Tal afirmação nada tem a ver com repressão ao prazer sexual. Esses ensinamentos estavam entre outros tantos que determinavam atos de higiene para o povo de Israel. Podemos dizer que eram desnecessários? De modo nenhum, principalmente naquele tempo, aproximadamente 1.200 a.C., quando não havia água canalizada, nem absorventes, nem hospitais, nem os remédios e tratamentos de saúde da atualidade. Por isso, Deus ditou várias regras rígidas de higiene, afim de que não houvessem epidemias no meio do povo.


5) Novo Testamento: não faz referências claras à sexualidade. Apenas mostra a tolerância com a mulher adúltera.

Existem poucos textos relacionados à sexualidade no Novo Testamento. Entretanto, isso não pode ser usado para dizer que a bíblia condena o prazer sexual. O Novo Testamento não fala muito sobre sexo, simplesmente porque este não é o seu tema. O Novo Testamento tem como objetivo instruir as pessoas com vistas à salvação de suas almas. Se formos analisar profundamente, a salvação estará relacionada a todas as áreas da vida humana. Então, os escritores neo-testamentários acabam tocando em questões sexuais, principalmente para alertar contra a prostituição, o adultério e o homossexualismo, e não para condenar o prazer sexual em si. Quanto à tolerância com a mulher adúltera, podemos dizer: Deus demonstra tolerância com todas as pessoas, mas isso não significa que ele aprova o pecado. Deus ama o pecador (João 3.16), mas abomina o pecado. O que ele deseja é que todos se arrependam e se convertam. Nosso tempo de vida é nosso tempo de oportunidade. Os que não se arrependerem serão condenados por Deus. (Romanos 1.18-32; I Coríntios 5.1-5; I Coríntios 6.15-20; Gálatas 5.19-21; Efésios 5.5; Efésios 6.28-31; Colossenses 3.5; I Tessalonicenses 4.3-7; I Timóteo 4.12; Apocalipse 2.20-22).

Pr. Anísio Renato de Andrade
Bacharel em teologia

sábado, 3 de julho de 2010

Ministério Internacional Creciendo em Gracias

Ministério Internacional Creciendo em Gracias - UM OUTRO EVANGELHO!

Publicado em 10/24/2006

Paulo Cristiano, do CACP
Revista Defesa da Fé, nº 72

"Vocês são todos abençoados", diz o líder, ao abrir a reunião. Em seguida, em meio a aplausos e murmúrios de frases nada convencionais, ordena que as pessoas digam que "esteja ativada a mente de Cristo". Apesar de certas frases e a liturgia serem semelhantes à de algumas igrejas evangélicas, todavia, estamos diante de um dos grupos pseudocrístãos mais perigosos que têm surgido nos últimos tempos: o Ministério Creciendo em Gracias (Crescendo em Graça), o qual, daqui por diante, chamaremos de MCG.

O MCG se mostra um movimento muito fértil em produzir heresias. Tais desvios doutrinários, por vezes, vêm camuflados com nomes atrativos, como, por exemplo, "cápsulas de graça", que segundo eles, nada mais são do que "o resumo de um fundamento da doutrina da graça que contém a posição tradicional e desviada dos religiosos...".

Neste artigo, pretendemos expor os ensinos pregados por esse movimento para que o povo de Deus, não sejam levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente" (Ef 4:14)

Toda a nossa pesquisa está baseada no site oficial do MCG.


ORIGEM DO MOVIMENTO

Seu idealizador foi o porto-riquenho José Luiz de Jesus Miranda, mais conhecido como "o apóstolo", fundador e líder do MCG. Não nos deteremos em refutar todas as heresias concernentes à sua pessoa, mas somente as heresias que consideramos de maior importância para a manutenção da ortodoxia doutrinária.

A sede mundial do MCG fica em Miami, Flórida, EUA. Fundado por volta de 1986, o movimento chegou ao Brasil dez anos atrás, aproximadamente.(1) Atualmente, a central do movimento por aqui fica em Guadalupe, bairro do Rio de Janeiro, RJ. O MCG alega que está presente em todo o continente americano e na Austrália, perfazendo um total de 24 países. No Brasil, estão fixados em nove Estados, sendo que em São Paulo possui seis igrejas, as quais denominam "centros educativos". Mantêm ainda vários programas de rádio e TV.


UM MOVIMENTO EXCÊNTRICO

Problemas com a hermenêutica

Pesquisando o MCG por meio de seus sermões, testemunhos e credos, fica fácil traçar o perfil doutrinário e a tendência psicológica do grupo. São pessoas que vivem sob a tutela de "revelações". O próprio fundador alega ter recebido sua doutrina diretamente de Jesus: "A fé é uma ciência, olhe, essa ciência ninguém nesta terra conhece [...] nem eu a conhecia. O Senhor me comunicou, pessoalmente...". O MCG usa e abusa de textos bíblicos de maneira inescrupulosa a ponto de truncar determinados versículos a fim de sustentar seus pontos de vista heréticos. Veremos isso nas distorções apresentadas mais adiante.


Problemas com a semântica

Fazem uso de uma semântica enganosa, pois, ao mesmo tempo em que exprimem suas doutrinas usando termos tipicamente cristãos, atribuem, contudo, significados totalmente diferentes, reinterpretando os termos bíblicos. Um exemplo disso é o que eles entendem pela palavra cristão: "... Ser cristão não é receber a Cristo como Salvador ou crer nele, mas, sim, receber e aceitar os ensinos que o apóstolo Paulo deixou como fundamento, e que agora o apóstolo José Luiz de Jesus explica para a edificação do Corpo de Cristo".



SEMELHANÇAS DO MCG COM AS DEMAIS SEITAS

Unicismo

Não acreditam na Trindade. São modalistas. Para eles, Deus é uma só pessoa que se manifestou de três maneiras diferentes (também chamado de sabelianismo). Dizem: "Cremos que Deus é um, e um é o seu nome. O trinitarismo é uma falsa doutrina que pretende separar a pessoa de Jesus Cristo de Deus Pai como dois seres em separado. O unitarismo ensina que é só Jesus. Ao contrário, nós ensinamos que Jesus é também o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Três manifestações, porém, um só Deus", semelhante ao que crêem os grupos Tabernáculo da Fé, Voz da Verdade e Igreja Local.


Aniquilacionismo

De forma idêntica às testemunhasde-jeová e aos adventistas do sétimo dia, são aniquilacionistas. Não crêem no inferno de fogo e chegam a afirmar: "Com respeito ao evangelho, quer dizer, às quatorze cartas que Paulo escreveu depois da cruz, nunca mencionou a palavra inferno, isto se deve ao fato de que o inferno não existe".


Reencarnacionismo

Também acreditam na possibilidade da reencarnação: "Veja bem, a reencarnação é um recurso usado por Deus do jeito que Ele quer. Não é uma forma automática na vida do crente. É totalmente regulada por Deus".


Preexistência dos espíritos

Semelhante à crença mórmon, acreditam na preexistência dos espíritos. Na verdade, acreditam que os anjos são nada mais que espíritos sem corpos e os seres humanos, anjos com corpos. Referindo-se aos adeptos do grupo, dizem: "Os membros desta família sabem que existiam em condição de anjos antes da fundação do mundo".


Adão como Satanás

Para eles, Adão foi Satanás encarnado. Ao morrer na cruz, Jesus aniquilou o pecado de Adão que seria a obra do diabo; ou seja, o diabo e o pecado não existem mais, foram aniquilados. "Deus depositou no primeiro homem o espírito de Satanás; ou seja, Adão era Satanás...".


Deificação do homem

Assim como os localistas e os novaerenses, também acreditam que são deuses: "Você é um espírito criado por Deus à sua imagem e semelhança, porque Deus teve filhos, e Deus os chamou de deuses. Diga: SOMOS DEUSES...".


PECULIARIDADES DOUTRINARIAS DO MCG:

· Afirmam que existem dois evangelhos: um falso (o da circuncisão), pregado por Pedro e os demais apóstolos, e outro verdadeiro (o da incircuncisão), pregado por Paulo e agora por José Luiz de Jesus;

· Fazem diferença entre Jesus de Nazaré e Jesus Cristo. Dizem: "É por isso que Paulo ensinava a servir àquele que ressuscitou e não a Jesus de Nazaré, que foi o corpo de Cristo (Rm 7.4). Em outras palavras, servir a Jesus Cristo ressuscitado é colocar-se depois da cruz e imitar a Jesus de Nazaré é colocar-se antes da cruz". E mais: "O evangelho diz que, para darmos fruto para Deus, devemos ser do ressuscitado. Se você é de Jesus de Nazaré dá fruto, porém, para os homens, porque a doutrina que Jesus de Nazaré produz fé fingida".

· Tentam fazer uma antítese entre o evangelho pregado por Paulo e o evangelho pregado pelos demais apóstolos, principalmente Pedro e João. Referindo-se a Pedro, afirmam: "Paulo profeticamente disse: 'Com a minha partida, entrarão lobos vorazes que não perdoarão o rebanho' (At 20.29). E mais: "Que antes da vinda do Senhor se manifestaria a apostasia, o iníquo (2Ts 2.4). Quem se opôs ao sacrifício de Jesus (Mt 16.21-23), quem se opôs ao evangelho de Paulo (Gl 2.1-14)? Pedro, o mesmo que deu a mão a Paulo em sinal de companheirismo e que, em seguida, Paulo repreendeu por ser hipócrita (Gl 2.9-14). Foi por isso que Paulo disse que o mistério da iniqüidade já estava em ação (Pedro), mas havia quem o deteria (Paulo), até que fosse tirado do meio (2Ts 2.7)".

· Referindo-se a João, afirmam, no mesmo fôlego: "Quando um crente é iluminado, ele entende que o diabo já não existe mais, que o pecado foi aniquilado, que está morto à lei, que foi Deus quem o escolheu antes da fundação do mundo, que é santo e está sem mancha diante do Senhor. Do contrário, ele chama esta revelação de blasfêmia, heresia. E mais, porque João não foi iluminado por esta palavra, ele chamou Paulo de anticristo, porque Paulo ensinava a não imitar a Jesus de Nazaré, mas a Jesus Cristo, o ressuscitado (Rm 7.4)". Sustentam, ainda, que somente o apóstolo Paulo recebeu a revelação do evangelho da graça.

· Segundo o MCG, as igrejas cristãs foram somente aquelas fundadas a partir do apóstolo Paulo. As demais, ainda na concepção deles, eram todas seitas judaicas, não tendo nada a ver com o evangelho de Cristo.

· Não batizam, não tomam a santa ceia e não incentivam os membros ao arrependimento de pecados, pois entendem que tudo isso deve ser deixado de lado. Para que possam sustentar tal absurdo, argumentam que essas coisas são apenas rudimentos da doutrina de Cristo que ficaram para trás.


NEOMARCIONISMO

Sem dúvida, o senhor José Luiz pretende reviver, com todo o vigor, as antigas heresias marcionitas. É o neomarcionismo redivivo em pleno século XXI.

Marcião foi um presbítero do século 2° que, no esforço de afastar e eliminar do cristianismo todos os elementos judaicos das Escrituras do Novo Testamento, com o objetivo de "desjudaizar" a religião cristã, elaborou uma depuração dos escritos neotestamentários. Rejeitou os evangelhos de Marcos, Mateus e João. Forjou seu próprio cânone com textos selecionados do evangelho de Lucas e das cartas paulinas, muitas delas mutiladas. Para ele, nenhum dos apóstolos havia entendido perfeitamente a doutrina de Jesus, com a exceção de Paulo. Por isso, Paulo, para Marcião, é o apóstolo por excelência, pois recebeu de Jesus, por revelação, o verdadeiro evangelho. Fazia, ainda, distinção entre o deus mau do Antigo Testamento com o deus bom do Novo Testamento.

Esses ensinamentos são hoje apregoados por José Luiz de Jesus, que os confirma com a seguinte declaração: "Você não pode conhecer a Deus na lei. Imagine você. Esse Deus do Antigo Testamento. Deus não é assim. Esse é um lado de Deus. Esse é o lado mau de Deus, porque Deus é bom e Deus é mau".

É interessante que a semelhança entre os dois sistemas é idêntica até mesmo nos pormenores. É sabido que Marcião foi o primeiro a formular um cânon pessoal, enquanto o senhor José Luiz divide arbitrariamente a Palavra de Deus da seguinte forma: Escrituras (escritos do Antigo Testamento), História (os quatro evangelhos e o livro de Atos) e Evangelho (somente as epístolas paulinas, inclusive Hebreus).


RESPONDENDO ALGUMAS HERESIAS DO MCG

Adão e Satanás são a mesma pessoa?

"Como caíste do céu [...] Como foste lançado por terra..." (Is 14.12-16).

Os adeptos do MCG acreditam que este texto aponta para Adão, o qual seria o próprio Satanás. Dizem que a palavra "cortado", em certa tradução, está errada. O certo seria "foste formado".

Resposta apologética

Antes de tecermos quaisquer comentários sobre isso, é bom lembrar que a Bíblia sempre compara Satanás com a antiga serpente, o dragão, o leão (2Co 11.3,14; Ap 12.9; 20.2), mas nunca com Adão. A serpente é a mesma que tentou Adão e Eva (Gn 3). Portanto, a gênese da queda envolveu três personagens: Adão, Eva e a serpente, influenciada por Satanás. Outro fato que deve ser considerado é que o capítulo inteiro é uma continuação da profecia contra o império da Babilônia (Is 13.1; 14.4). Quem caiu foi o rei da Babilônia (Is 14.8), monarca que debilitava as nações (Is 14.12) e era soberbo (Is 13.19). A história nos relata que os reis babilônicos tinham todas essas características de grandeza (Dn 4.22); mas, por fim,foram abatidos (Cf. Is 14.23 com Is 47.10). O "homem" do qual fala o verso 16 não pode ser Adão, porque, em sua época, não havia reinos ou nações. Adão não tinha cidades e muito menos fazia pessoas cativas (v.17). Mas isso se encaixa perfeitamente com o rei da Babilônia, usado no texto como figura de Satanás.


Pedro foi inimigo de Paulo?

"... Mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo" (Gl 1.6-8).

Declaram que este texto refere-se aos apóstolos, principalmente Pedro, que queriam perverter o evangelho de Paulo.

Resposta apologética

Certamente, o apóstolo Paulo está se referindo à repreensão dada a Pedro em Gálatas 2.11. Mas daí construir uma aversão entre o evangelho de Paulo e o evangelho de Pedro é ser desonesto com o contexto bíblico, até porque este incidente foi tão irrelevante que Lucas não o menciona em seu livro: Atos dos Apóstolos. Havia, na igreja, muitos da circuncisão (At 10.45; 15.5). O próprio Pedro teve problemas com alguns deles (At 11.2). Este incidente, talvez, explique o receio na atitude de Pedro em Gálatas 2.12. O que Paulo condenava, ao que parece, era o fanatismo de alguns (Fl 3.2) e não o ministério da circuncisão que lhes fora confiado (Cl 4.ll). Paulo chega a reconhecer os dois ministérios como sendo de procedência divina (Gl 2.7 ,8). Dois ministérios, mas um mesmo evangelho.

Paulo se submeteu à igreja-mãe, em Jerusalém (At 15.2,3.22), e quando menciona aqueles "que pareciam ser alguma coisa" (G1 2.6), parece referir-se aos mesmos que se diziam da parte de Tiago (Gl 2.12), mas que não foram enviados por este (At 15.24). Paulo, depois do incidente com os da circuncisão em Antioquia, subiu a Jerusalém para decidir sobre essas questões teológicas com os apóstolos e obteve deles todo o apoio, inclusive o de Pedro (At 15. 23-29). Portanto, a censura de Paulo em Gálatas 1.6,7 não é dirigida aos apóstolos, mas aos da falsa circuncisão (Tt 1.10), dos quais Pedro também foi vítima.


Não ao batismo e ao arrependimento?

"...Deixando os rudimentos da doutrina de Cristo..." (Hb 6.1,2).

Acreditam que este texto os isenta do batismo e do arrependimento. O batismo seria um rudimento a ser abandonado de vez pelos cristãos.

Resposta apologética

Mal interpretado pelos adeptos do MCG, o texto em referência não diz o que eles afirmam dizer. O que o escritor está dizendo tem sua razão em Hebreus 5.12-14. Todos os itens alistados nos versos 1 e 2 são os passos iniciais de quem ainda é novo convertido. Em contrapartida, pelo tempo que já estavam no evangelho, deveriam ser mestres. Mas, metaforicamente, ainda estavam se alimentando com "leite"; ou seja, com as primeiras doutrinas cristãs, da necessidade de se arrependerem dos pecados, de se batizarem, de terem fé em Deus, de ouvirem falar que haverá um juízo final, etc., ensinamentos voltados aos novos convertidos e não aos cristãos amadurecidos na fé, no conhecimento e na graça de Deus. Em verdade, já estava na hora de tais cristãos irem além dessas doutrinas e prosseguirem para a maturidade (perfeição) espiritual, tendo em vista as tribulações que estavam passando.

O texto não desobriga nenhum cristão da observância do batismo e das outras doutrinas, antes, está alertando quanto ao perigo de alguém estacionar naquilo que aprendeu. Se negarmos o batismo e o arrependimento, baseados nesse texto, teremos de negar também o juízo final, a fé em Deus e a ressurreição, coisas que os adeptos do MCG ainda crêem estarem em vigor.


Não existe mais pecado?

Pelo fato de não enfatizarem o arrependimento, acabam tolerando algumas práticas imorais. Dizem que não pecamos mais, porque Jesus destruiu nossos pecados de uma vez por todas (Hb 9.26).

Em resposta a uma pergunta relacionada à aceitação de homossexuais no MCG, e se os mesmos, vivendo na imoralidade, teriam a possibilidade de ser salvos, vejamos o que disseram: "Também é importante esclarecer que algumas manifestações carnais (bebedices, práticas homossexuais, iras, etc.) não podem, de maneira nenhuma, afetar a nossa posição em Cristo (Hb 10.14), tampouco afetar a nossa salvação: 'Porque pela graça sois salvos, por meio da fé' (Ef 2.8); as debilidades da carne não são tomadas em conta pelo Senhor, já que Ele vê o nosso crescimento espiritual e não a nossa atividade carnal".

Resposta apologélica

O apóstolo Paulo constantemente incentivava os crentes ao arrependimento (2Co 7.6-10). Além disso, a palavra aniquilar, "athetesis", no texto grego em pauta, não quer dizer destruição. Ela vem de "atheteo", que significa "pôr de lado", "desprezar", "negligenciar", "opor-se à eficácia de alguma coisa", "anular", "tomar sem efeito", "frustrar", "rejeitar", "recusar", "fazer pouco caso". De fato, Jesus anulou os nossos pecados na cruz, mas isto não quer dizer que o homem não peca mais e, por isso, não precisa de arrependimento. Isso não é verdade. O próprio Paulo reconhecia que era pecador (1 Tm 1.15).


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Infelizmente, algumas questões não foi possível responder aqui. O emaranhado de desvios sustentados pelo MCG poderia nos render um livro sobre o grupo. Esgotar o assunto, porém, não foi o nosso objetivo. Como percebemos, o MCG não passa de mais uma seita (entre tantas outras) que está pregando outro evangelho com outro Jesus (2Co 11.4).

O que expusemos neste artigo é uma pequena parte das inúmeras heresias que o movimento propaga, porém, cremos que tal abordagem seja o suficiente para alertar os verdadeiros cristãos, para que não se deixem enganar por "estes ventos de doutrinas" (Ef 4.14), especialmente pela roupagem evangélica que a maioria das seitas apresenta.

Estejamos atentos e engajados na perseguição da graça e do conhecimento de Deus (2Pe 3.18). Esses elementos caminham juntos e é prejudicial à vida cristã privilegiar um em detrimento do outro. O exagero geralmente conduz ao erro. A verdadeira graça, tal como é pregada nas Escrituras, nos conduzirá ao conhecimento, e este, por sua vez, será a ferramenta que sempre utilizaremos para rejeitar toda e qualquer tentativa de distorção da graça divina.


Fonte de Referência

http://www.brazil.creciendoengracia.com/. Ver links "Estudos", "Calqueo", "Cápsulas", "Perguntas", "Testemunhos" (2003), "Perguntas e Respostas" (2003) e "Cremos",

Desafio das seitas. Ano IV, nº 13 - 1 ° trim. 2000, p.12.

Desafio das seitas. Ano IV, n° 14 - 2" trim. 2000, p. 4.

Revista EI Apostolado. Outubro/ 1998.


Nota

1 El Apostolado. Revista periódica do MCG, publicada em outubro de 1998.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sexo oral e anal, É permitido por DEUS?,

exo oral e anal, mesmo durante o casamento,
têm aprovação de Deus?

“Vós, maridos, amai as vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, a fim de apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Afinal de contas, nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; pois somos membros do seu corpo”. Efésios 5:25-30.


A pergunta que dá título a nossa reflexão semanal é uma das mais intrigantes no meio do povo cristão, senão a que mais desperta controvérsias. Ela esteve publicada no nosso site durante meses para participação aberta de todos os internautas. E, confesso, que grande ainda é a dúvida com relação ao tema. Em termos percentuais, digamos que 50% afirmou ser contra e os outros 50% a favor. Mas esse equilíbrio de opiniões é reflexo da heterogeneidade presente nos ensinamentos que as igrejas evangélicas promovem hoje em dia com os membros. Algumas doutrinas e alguns líderes ensinam que, durante o casamento, tudo é válido em termos de comportamento sexual entre o casal. Outros líderes indo exatamente ao extremo oposto: abominam radicalmente a prática do sexo oral e anal no matrimônio. Ainda existem aqueles pastores que preferem uma postura mais... digamos... conciliadora: aprovando um dos tipos de sexo (o mais comum o oral) e condenando o outro (o anal, claro). E quando não, deixando completamente livre ao entendimento do casal na cama. É certo que a Bíblia não trata desse tema de forma direta e explícita, até porque, à época em que foi escrita, a prática do sexo oral e anal se dava apenas entre casais pagãos, como ocorrera aos habitantes de Sodoma. Mas isso não significa que a Palavra de DEUS seja omissa.

Veja o que escreveu o apóstolo Paulo: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas (os que praticam sexo anal)(...) não herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10). Podemos também ver através de correlações, inferências, legítimas interpretações saber o que é agradável e o que não é agradável a DEUS, até mesmo em temas que só apareceram na contemporaneidade.

O sexo é o principal alimento que o casal dispõe durante a vida de casados. Ele existe para suprir uma necessidade da carne, moderada, liberada e abençoada por DEUS, e com fins de promover a edificação da vida espiritual do marido e da mulher. No mundo espiritual, temos a oração como principal alimento da alma. No mundo carnal, o sexo: “Não vos defraudeis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes à oração. Depois ajuntai-vos outra vez, para que satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:5). Porém o fato de, segundo a vontade de DEUS, o sexo ser praticado apenas depois de casados, não significa dizer que o direcionamento do ato esteja apenas ao critério do homem e sua esposa. Mesmo unidos sob o consentimento da igreja e do civil, eles mais do que nunca têm que continuar colocando DEUS na direção de tudo. Em síntese, a ação divina não se restringe apenas ao momento da celebração religiosa e civil. Ela prossegue em todas as atitudes na vida dos cônjugues.

A união sexual do homem e da mulher após o casamento é comparada à relação de Cristo com a sua noiva (a Igreja). A carne de CRISTO, embora muito desgastada pelas viagens missionárias e pela violência sofrida antes de Sua morte, sempre esteve incontaminável do pecado, desde o instante de sua concepção pelo poder do Espírito Santo na virgem Maria. Por isso, JESUS se ofereceu à sua Igreja (povo escolhido e separado) sem mácula, irrepreensível, nem rugas ou coisa semelhante. Salvos pelo sacrifício feito em cruz, passamos a receber o Espírito Santo em nosso corpo; vivemos transformados; passamos a ser chamados Luz do Mundo e Sal da terra, geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido, templo vivo onde mora e habita o Espírito de DEUS. Saímos do nosso corpo simples e mortal, entregue à prevaricação, ao pecado e nos juntamos ao corpo glorificado de JESUS. Passamos a ser integrantes do Seu corpo. Assim era o homem e a mulher antes do casamento. O sexo, sem a aprovação de DEUS, representa apenas uma satisfação meramente instintiva, carnal, diabólica. As duas carnes ainda não se fizeram uma. Quando José recebeu a notícia do anjo que a sua noiva, Maria (até então sem nenhuma experiência sexual), ficaria grávida pela ação pura e simples de DEUS, a primeira reação que ele teve foi de fugir, de abandoná-la. Quanto ao nosso corpo, cada membro tem sua função natural específica e determinada por DEUS.

Os olhos não podem fazer a função dos pés, nem os ouvidos a função dos joelhos. Se hoje é muito difícil aceitar e suportar a idéia de que o único caminho que DEUS deixou para que haja a relação sexual entre o homem e a mulher durante o casamento é pela via normal (penetração do pênis na vagina), foi porque satanás já se apossou da mente e da carne do casal, escravizando-as. Observe o que diz o livro de Romanos: “E como eles (homens e mulheres) não se importaram de ter conhecimento de Deus, Ele os entregou a um sentimento pervertido, para fazerem coisas inconvenientes. Estão cheios de toda iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, engano e malignidade. (...) Embora tenham conhecimento da justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (1:28, 29 e 32). A boca, além de ingerir alimentos materiais que dão sustentação ao nosso corpo, tem por função especial a de louvar a DEUS e a de falar da Sua Santa Palavra. E se a boca é o meio de ingestão de alimentos, o ânus de excreção de fezes. O marido que constrange a sua esposa para tal solicitação aberratória ou a esposa que insinua o marido para esse tipo de desejo sexual, um ao outro se deprava, e aos poucos vai colecionando maldição sobre a família e sobre o casamento. É imprescindível que o casal ore a DEUS antes de toda relação sexual, oferecendo-O os corpos para o Seu louvor e a Sua glória.

A prática do sexo oral e anal entre casais é completamente abominável a DEUS, constituindo numa aberração da natureza humana, e entrou no meio da igreja cristã quando ela decidiu aderir a tal da modernização, fugindo dos exageros que antes cometera. Esse tipo de adaptação à modernidade é maligna e trouxe sérios prejuízos à igreja de DEUS aqui na terra: não só distorceu o comportamento de casais quanto ao sexo, como também na forma dos cristãos cultuarem; no falar; no vestir, no cantar etc. Lembre-se, pois, da igreja de Sardes, cujo nome tem vida, mas está morta, porque suas obras não se encontram perfeitas diante de DEUS (Apocalipse 3). A igreja de antigamente, tirando os excessos (roupas, corte de cabelo etc), era bem menor em quantidade de fiéis, mas bem melhor em qualidade espiritual comparando-a com a igreja de hoje. Atualmente as igrejas cristãs se adaptaram a vários tipos de costumes mundanos (com a mera finalidade de agradar a diversos tipos de pessoas) que, se colocarmos juntas 100 pessoas (cristãs e mundanas), num mesmo ambiente, será difícil identificar as que são evangélicas.

Enfim, no dia em que essas igrejas voltarem a amar a CRISTO no primeiro Amor, muitos saltarão fora, porque servem a DEUS por comodidade dos seus costumes. Só prosseguirá na caminhada santa em busca da Canaã celestial quem realmente desejar ser santo, quem verdadeiramente se dispor a renunciar a si mesmo, inclusive a própria carne, tomar a sua cruz e a seguir o Filho de DEUS. Façamos, a partir de hoje, uma autoavaliação de como está o nosso testemunho cristão; e, se possível for, arrependemo-nos de todas as obras más. Não só na frente de homens, como quem só quisesse agradá-los, mas também entre quatro paredes, onde os olhos do homem natural não enxergam, mas o DEUS onipresente a tudo observa, “para que andeis de um modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e sua glória” (1 Tessalonicenses 2:12). Amém, Senhor JESUS!!!

Fernando César – Professor, palestrante, evangelista e escritor pernambucano. Autor dos livros “NÃO MUDE DE RELIGIÃO: MUDE DE VIDA” e “PÓDIO DA GRAÇA”.

Visite o nosso site: www.fernandocesar.com

IMAGENS DO APOCALIPSE

Imagens do Apocalipse (http://imagesoftheworld.org/duncan/index.html)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

LEI PLC 122 - FERE OS PRECEITOS BÍBLICOS

PLC 122: Perigo de nova votação surpresa esta semana na Comissão de Direitos Humanos
Autor: Julio Severo
Fonte: www.juliosevero.com

15/11/2009

Fátima Cleide celebra sua "vitória" na aprovação do PLC 122 em comissão do Senado, chamando oposição católica e evangélica de "minoria barulhenta", e já prepara nova manobra para vencer essa "minoria"

Atenção: para ouvir o áudio com a fala de Fátima Cleide se gabando, siga este link, onde o artigo original do meu blog contém o áudio: http://juliosevero.blogspot.com/2009/11/plc-122-perigo-de-nova-votacao-surpresa.html

O PLC 122/2006, que foi modificado para facilitar seu avanço, foi aprovado em 10 de novembro na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Essa modificação, elaborada pela senadora Fátima Cleide com a ajuda do senador Marcelo Crivella, estabelece sanções a práticas discriminatórias contra a orientação sexual das pessoas.

A estratégia da senadora para avançar o projeto foi cancelar duas audiências públicas previstas na Comissão de Assuntos Sociais e rapidamente colocá-lo para votação, sem comunicar a votação na pauta normal da comissão. A manobra dela foi denunciada por dois senadores que apoiaram Lula nas duas eleições presidenciais passadas, conforme a seguinte informação do site do Senado:


Senadores denunciam suposta manobra na votação de projeto que criminaliza a homofobia

Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Valter Pereira (PMDB-MS) denunciaram em Plenário nesta quarta-feira (11) suposta manobra na aprovação, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na última terça-feira, do projeto que pune discriminação contra homossexuais, idosos e deficientes.

A proposta (PLC 122/06), de autoria da então deputada Iara Bernardi, foi aprovada na forma de substitutivo oferecido pela relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO). A matéria agora será examinada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes de seguir para votação em Plenário. Como foi alterado no Senado, o projeto voltará à Câmara dos Deputados.

Crivella criticou a votação do requerimento para suspender a audiência pública sobre o assunto, considerado polêmico, e a inclusão do projeto como item extra-pauta. Para o senador, na forma como foi aprovado, o projeto é inconstitucional, já que, a seu ver, nega aos cristãos o direito de livre expressão.

— Isso fere todo sacerdote, todo padre, todo pastor; fere todo pai, todo cidadão que queira ensinar ao filho que o homossexualismo é pecado. Não pode mais porque passa a ser crime — disse.

Magno Malta lembrou que a votação às pressas do projeto em Plenário já havia sido tentada em dezembro do ano passado. Em sua avaliação, a proposição cria uma "casta especial".

— A discussão não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade — disse.

Valter Pereira, por sua vez, observou que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais.

— Se essa matéria for aprovada por essa Casa e se o presidente não vetar, ela vai nos colocar no anedotário internacional — disse.


Fonte: Agência Senado


Mudanças estratégicas

O famigerado PLC 122/2006 (que na Câmara dos Deputados era o PL 5003/2001, da Dep. Iara Bernardi — PT/SP) penalizava apenas as pessoas jurídicas com perda de benefícios oficiais. Pela subjetividade, as penas poderiam facilmente atingir as igrejas através das seguintes cláusulas: "proibição de ingresso ou permanência", "atendimento diferenciado" e "adoção de atos de coação".

O projeto aprovado na Câmara dos Deputados atinge diretamente a pregação do Evangelho, pois traz a possibilidade de que a pregação de textos bíblicos sobre a homossexualidade seja interpretada como indução e incitação ao preconceito e discriminação a indivíduos que estão na homossexualidade.

A manobra de Fátima Cleide, com seu substitutivo de 14 de outubro, foi excluiu qualquer menção direta a homossexuais, bissexuais, lésbicas e transgêneros, substituindo pelo termo vago "orientação sexual" — que é muito mais amplo, podendo, conforme as mudanças dos ventos e tendências sociais, ser facilmente interpretado e invocado para proteger e reivindicar direitos especiais para homens que têm "orientação sexual" por meninos ou meninas. Além da questão da homofobia, foi incluída punição à discriminação ou preconceito a idosos e pessoas portadoras de deficiência como estratégia exclusiva para facilitar o avanço do PLC 122.

O texto da senadora tem o objetivo de amenizar as resistências da população católica e evangélica, mas ainda constitui uma ameaça à livre pregação de passagens e doutrinas bíblicas referentes à homossexualidade.

Apesar de que um instituto ligado ao PT apurou que, de uma forma ou de outra, 99% da população brasileira não concorda com o homossexualismo, Fátima Cleide se gabou de sua "vitória" contra o que ela chamou de "minoria barulhenta". Para ouvir agora mesmo o discurso de "vitória" dela, clique aqui:


Segundo informação confidencial que recebi, a nova manobra da senadora petista agora é colocar o PLC 122 para votação na Comissão de Direitos Humanos do Senado na terça-feira (17 de novembro) ou nos próximos dias.
Texto do substitutivo do PLC 122 aprovado por Fátima Cleide em 10 de novembro de 2009 na Comissão de Assuntos Sociais do Senado:

Art. 1º A ementa da Lei 7716/1989, passa a vigorar com a seguinte redação: Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 2º A Lei 7716/1989, passa a vigorar com as seguintes alterações:

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público.

Pena: reclusão de um a três anos.

Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitida às demais pessoas.

Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Pena: reclusão de um a três anos e multa.

Art. 3º O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei 2848/1940 (Código Penal), passa a vigorar com a seguinte redação:

§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero: ...... Pena — reclusão de um a três anos e multa.

Como fazer contato com os senadores:

Manifeste-se agora mesmo aos senadores para que detenham as manobras de Fátima Cleide para votar o PLC 122 nesta semana. Para escrever para todos os senadores de uma só vez, consulte os emails deles neste link:
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

Para ligar gratuitamente para o seu senador, disque: 0800612211

Para ter o email e telefone do seu senador, siga este link: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*

Divulgue, publique e mande este artigo para todos os seus amigos.


Com informações do Dr. Ricardo Nery.



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CRENTE PODE CRER EM SIGNOS?

Signos. Porquê?
Helder Flávio Gomes de Morais
JesusSite


 
Nos dias que correm milhões de pessoas parecem ter deixado de agir como seres racionais. Dois caminhos possíveis ilustram esse rebaixamento do ser humano. Primeiro, não sabem de onde vieram e porque razão estão neste mundo como pessoas. Segundo, sabem mas a sua consciência está cauterizada e tal modo formatada à banalização dos princípios, valores, modelos e referenciais que aceitam até a mais disparatada teoria. Senão, vejamos: O ser humano é um ser superior e foi criado para servir a um propósito do Criador. É um ser superior porque é o único ser que tem raciocínio, constrói pensamentos e fala. Foi dotado destas características que são as do Criador. Quer queiramos quer não é inútil argumentar sobre este tema sem o recurso da Bíblia Sagrada. Assim, no livro de Gênesis capítulo 1 verso 26 e 27 lemos: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Creio que não haverá dúvidas sobre este texto e concluímos que o ser humano é um ser superior em relação aos outros e, como consequência disso, deve ser o dominador. Fica claro que a restante criação está a um nível inferior e é pelo ser humano dominada. Na hierarquia por Deus estabelecida o ser humano está no topo. A restante criação fica abaixo. O propósito de Deus quando criou o homem não foi apenas para que dominasse a restante criação ou que apenas nascesse, vivesse dezenas de anos e morresse, simplesmente sem mais nada. Não. Deus criou o ser humano em razão da facção de anjos decaídos e seguidores do maligno. Para compensar essa perda Deus criou o ser humano. Portando, o ser humano foi criado para prestar culto, louvar e adorar a Deus e futuramente integrar o reino espiritual.

Posto o assunto desta maneira pergunta-se: que têm a ver os signos com tudo isto? Os signos pertencem a inspiração maligna que Deus abomina. A Palavra de Deus repugna e condena toda a sorte de feitiçaria, astrologia, futurologia e todas as teorias oriundas do ocultismo. Nestas condições é então necessário que se proceda à divisão das águas separando primeiro o que diz Deus na Bíblia e, segundo, o que provém do ocultismo:

Primeiro, em Levítico 20:27 lemos "Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromância ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles" .Em Êxodo 22:18 "A feiticeira não deixarás viver" e em Atos 8:11 " e atendiam-no (Simão o mago), porque já desde muito tempo os havia iludido com artes mágicas. Finalmente em Atos 16:16-18: "E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu".

Segundo, naquela época os gregos davam o nome de Pitonisas a todas as mulheres que tinham a profissão de adivinhas. Creio que os textos nos esclarecem da procedência do tipo de práticas que se inserem nos horóscopos, ou seja oriundos do ocultismo. Estes consistem na observação dos astros, no momento do nascimento de uma criança, pela qual os astrólogos pretendem prognosticar os acontecimentos da sua vida. Recorrem aos signos em que cada uma das figuras representam as doze divisões do Zodíaco (zona da esfera celeste dividida ao meio pela elíptica e que contém as doze constelações, representadas por animais, que o Sol parece percorrer durante um ano) ou seja cada constelação corresponde a cada uma dessas divisões e são utilizados para com eles vaticinar, adivinhar e prever.

Com esta base poderemos compreender melhor a seguinte explicação: o ser humano escolhe os seus modelos e referenciais e com eles constrói o seu modo de vida e segue os padrões em que se revê nesses referenciais. Todos nós temos modelos e referenciais. Uns seguem-nos mais cuidadosamente que outros. Mas de uma maneira ou de outra todas as pessoas os seguem. Por exemplo, os cristãos têm Jesus Cristo como seu referencial e modo de vida, os marxistas têm Carl Marx, os nazistas têm Hitler e por aí adiante. São sempre personalidades fora do comum que os seus seguidores consideram superior e dos quais recebem diretrizes ou exemplos de conduta. Ainda não li qualquer relato sobre alguém que tenha como referencial ou modelo de vida o mendigo da esquina.

Para iludir e enganar as pessoas o ocultismo reveste-se das mais diversas e sutis estratégias que, quando postas em marcha até têm alguma semelhança com o senso comum ou com a lógica. Estabeleceu o horóscopo cuja simbologia dos signos servem de referencial paras as pessoas que nasceram nos meses que eles representam. Eis aqui a armadilha que a muitos escapa: O ser humano deixa de ter como referência alguém superior a eles e passa a ter como referência, animais e/ou coisas. Isto é, o ser humano passa a ser governado e conduzido por referências de animais ou coisas. Quer isto dizer que se coloca a um nível abaixo dos animais ou de coisas. O seu estatuto de ser humano passa a ser menos reputado do que qualquer besta animal irracional. É colocado abaixo do caranguejo, do touro, do carneiro, do leão, do peixe, etc, para citar alguns exemplos. E se a filosofia não nos engana, tudo isto quer dizer que o ser humano que pratica e segue tais referências está abaixo de todos os irracionais e de coisas. É vergonhoso, aberrante e degradante tal situação. Todos nós constatamos diariamente os seguintes fatos que ajudam a nossa compreensão sobre a dimensão e profundidade desta situação: nas revistas para o público feminino está sempre em grande destaque o horóscopo e é invariavelmente a primeira página a ser lida. A pessoa quer saber o que lhe vai acontecer nesse dia ou nessa semana. Lê o que vai de encontro às suas expectativas e fica satisfeita. Deixa-se guiar e conduz a sua vida diária em função do que o está escrito no tal signo da semana. Assume-se como carneiro, caranguejo ou outro animal irracional qualquer. Não é isto estranho e pouco inteligente? Dizer que é um animal ou coisa não sugere subestimar a sua inteligência. No horóscopo chinês há lá porco, cão, serpente, macaco, rato e muitos outros animais. Será possível que um ser inteligente se reveja nesses animais irracionais? Parece-me estultícia. Isto reduz a inteligência do ser humano a zero. Os horóscopos impregnam alguma extra dose de expectativa, para que a curiosidade do ser humano venha a ser um trunfo para o sucesso da estratégia. Com títulos elaborados e muito sugestivos que conduzem o pensamento humano a satisfazer a sua curiosidade, coloca verbos e frases feitas que a pessoa deseja ler e que necessariamente vão de encontro ao que ela sempre quis. É o laço maligno bem montado para amarrar a sua presa. Outro exemplo, é o que se passa em programas de televisão onde as pessoas além de serem chamadas pelos seus nomes próprios e de seres inteligentes, também são chamadas pelos seus signos. O apresentador geralmente chama os concorrentes pelos nomes dos animais irracionais que representam os signos. Fulano tal, carneiro; sicrano caranguejo. Que espetáculo humilhante!

A razão pela qual tudo isto acontece tem a ver com a estratégia satânica de arrebanhar as pessoas que se conotam com esses animais através dos signos, para o seu reino. O maligno que ser adorado e retirar a hipótese do ser humano se reconciliar com Deus. É uma maneira hábil de manter amarrados o maior número de pessoas para que não tenham conhecimento da verdade. A verdade é bem diferente e é: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (Evangelho de S. João 8:32). Se desejar saber do seu futuro tem ao seu dispor a Bíblia Sagrada na qual Deus fala à Sua criação. Porque, pois, procurar no local errado?

Existe um abismo entre o que Deus determina e o que o maligno impinge ao ser humano. Cabe a cada um perceber em que terrenos se move. Se segue os ensinamentos de Jesus Cristo ou se, pelo contrário os de satanás, cujo intuito é arrastar as pessoas a desobedecer a Deus e arrastá-las consigo para a perdição eterna.

Cada qual deverá refletir sobre o assunto e fazer a sua opção.


Helder Flávio Gomes de Morais (servo do Deus Altíssimo)
helerfmorais@gmail.com

Homossexualismo à luz da Bíblia.

A prática homossexual é conhecida desde os tempos remotos. Muito se tem debatido sobre isto seja em qualquer área, mas a que mais tem sido atacada pelos militantes homossexuais é a área da religião. Seja quem for que se interponha entre a liberdade de expressão do homossexuais tem sido duramente combatido, muitos "pastores e líderes" tem feito vista grossa e não combatido esta abominação. É triste ver o pecado ser tolerado abertamente, e muitas vezes defendido com unhas e dentes. Há sérios problemas com a pratica homossexual e sua variantes. Nestes últimos tempos a palavra tolerância tem sido a mais usada na imprensa a cerca do homossexualismo; e no entanto quando se fala nos cristãos é só para malhar. O que Deus diz na Bíblia sobre a pratica homossexual? A Bíblia é imparcial e tolerante nesta área das preferência sexuais de cada um? Ou ela dita como deve ser nossa vida e conduta? Homossexualismo é algo normal, ou Deus abomina?

Vejamos desde o começo:

Gênesis 1:27 E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Deus não criou o Joaquim e o José, Nem Adão e João. Deus fez o homem e a mulher, só o relacionamento entre um homem e uma mulher que é plenamente realizado. O relacionamento homossexual é aberrante de desnatural. Um homem foi criado com certas características e a mulher com outras características distintas. As mulheres geralmente são mais emotivas que os homens, as mulheres tem uma visão de detalhes, a mulher tem uma certa fragilidade maior que os homens. Deus fez dois seres diferentes para viverem em harmonia um com o outro, pela lógica quando pegamos um quebra-cabeças, as peças tem que ser diferentes para se encaixarem. Muitas vezes os homossexuais acreditam que os crentes tem preconceitos contra eles, muitos não entendem que não temos preconceitos contra ninguém, nós devemos e somos ensinados a amar à todos. Mas não podemos e não devemos tolerar o pecado e a Bíblia deixa claro que o homossexualismo é pecado.

Levítico 18:22 Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é

Para Deus a pratica homossexual é abominação, é pecado, embora várias igrejas moderninhas tenham pregado a favor da pratica homossexual a Bíblia é clara neste ponto:

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.Rm.1:26-27.

A Bíblia chama a pratica homossexual de "PAIXÕES INFAMES", ela não diz que é amor, e deixa claro que não pode haver qualquer tipo de amor na pratica homossexual. Aqui vale uma advertência, a Bíblia condena TODO tipo de relacionamento homossexual, seja masculino ou feminino, ou seja entre dois HOMENS, ou entre duas MULHERES, interessante é que não existe identidade homossexual por mais que tentem provar isto. Só existem homens ou mulheres. Deus não criou outro ser de outro sexo a não ser estes dois: HOMEM ou MULHER.

A bíblia diz que "mudaram o uso natural" portanto Deus diz que o homossexualismo não é natural. Segundo diz que é "contrário a natureza"; ou seja não é correto falando em termos de biologia e sociologia. Diz que isto é pura "sensualidade", quando falamos sobre não se natural, muitos defensores do comportamento homossexual diz: "mas nós nos satisfazemos muito mais que um casal , um homem e uma mulher"; primeiro, creio que não estejam sendo honestos, mas segundo a Bíblia diz que eles estão se inflamando em sua sensualidade, assim, compreendemos que eles podem satisfazerem-se com seu pecado, mas não se tornam felizes. A Bíblia deixa claro que este tipo de relacionamento é torpe, distorcido.

A Bíblia diz que recebem em si mesmos a recompensa de seu erro. O que acontece é que não estamos aqui para atacar os homossexuais, mas para discordar do homossexualismo.

A Bíblia também é contra o travestismo, ou seja um homem usar roupas de mulher e vice-versa.

Deuteronômio 22:5 Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.

Deus diz que é abominação. Deus criou o casamento e fora disto qualquer pratica é abominável para Deus.

Hebreus 13:4 Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.

Ainda sobre o homossexualismo, efeminados, ele diz:

1 Coríntios 6:10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

Deus diz que não herdarão o reino de Deus. Sodomitas aqui se refere aos homossexuais e aqueles que praticam pecados sexuais. Outro texto que mostra isto é:

1 Timóteo 1:10 Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina,

Ser sodomita é ser contrário a Sã doutrina, ou seja os que aprovam as praticas homossexuais serão julgados por isto. Nós pregamos que Jesus pode salvar e transformar qualquer pessoa, veja:

1 Timóteo 1:15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

Ele faz daquele que o recebe uma nova Criatura:

2 Coríntios 5:17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

Homossexualismo é uma prática aprendida e pode ser apagada e a pessoa pode deixar de ser um homossexual, há vários testemunhos de ex-homossexuais. O pecado gera escravidão, mas Jesus quer dar libertação:

João 8:36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

João 8:32 E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Deus tem um grande e infinito amor e tem o poder de libertar das drogas, dos vícios, do homossexualismo.

Pr. Timóteo Sanches



Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).