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domingo, 22 de março de 2015

CRONOLOGIA DO PAGANISMO CATÓLICO E PROTESTANTE



CRONOLOGIA DO PAGANISMO CATÓLICO E PROTESTANTE





É bem verdade que ainda existem milhões de católicos que nunca ouviram falar da cronologia do paganismo católico romano. Mas…Nunca vi até hoje um esquema cronológico do paganismo protestante, tão lamentável e laodiceiano como o católico.
Ambos…Mãe e filhas tiveram uma história de amor e ódio, e agora no final se unem para o ecumenismo.

Segue:

SÉCULO

ANO

CRONOLOGIA DO PAGANISMO CATÓLICO E PROTESTANTE

I-II
       33-196    
  
Nesse período da História, não existia nem a ‘Igreja Católica’ nem a ‘Igreja Protestante’. Existia a Igreja do Messias, a Noiva do Cordeiro, uma Igreja perseguida e verdadeira. Pedro e Paulo foram os grandes nomes da pregação do evangelho neste período. Pregavam de graça e sem poder eclesiástico (1ª Pe 5).
II
  197

Ainda não existia ‘ICAR’, mas a Igreja tinha presbíteros. Um deles, o Zeferino, de Roma, começa com um movimento herético contra a divindade de Cristo.

III

217

Calixto, outro presbítero da Igreja em Roma, lidera a propaganda herética contra a divindade de Cristo.

III

238, 270 e 274

Antônio, considerado depois um santo, dá origem a vida monástica no Egito. O REINADO DE ALEXANDRE SEVERO: o reinado pacífico de Alexandre Severo fora motivo de maior mal para a causa cristã do que todas as perseguições juntas. No seu tempo, a igreja, por falta de zelo, começou a sentir-se cansada de estar em santa separação do mundo, e os ‘bispos’ cristãos, ensoberbecidos pelo seu crescente poder e importância, aceitavam colocações na corte, e começa­ram a acumular riquezas colossais. Já haviam aparecido em diferentes partes do império alguns templos para o mais ostentoso desenvolvimento da nova religião, e as pa­lavras do Espírito Santo “O Altíssimo não habita em templos feitos pela mão do homem” pareciam estar em gran­de perigo de serem esquecidas. A bela simplicidade da Igreja primitiva estava rapidamente desaparecendo, sendo prejudicialmente substituída pela mão do homem que em tudo se intromete. Paulo, como hábil mestre de obras, pu­sera o fundamento, mas outros construíram sobre ele edifí­cios que não prestavam para nada; e o ouro, a prata e as pedras misturaram-se com a madeira, o feno e a palha de uma organização sem vida (Veja-se 1 Co 3). Foi então que os cristãos começaram a concordar com as filosofias da Grécia e de Roma, e encontraram estímulos para a sua fé declinante no misticismo ousado do Egito e da Arábia: e, portanto, ninguém se deve admirar de que, quando uma nova perseguição rebentou, muitos dos cren­tes verdadeiros desanimaram e manifestaram receios de que Deus os estava tratando conforme os seus pecados. Impelidos por estes receios, e esquecendo a suficiência que se pode encontrar em Cristo, alguns deles negaram a fé ou se tornaram culpados de dissimulação, para assim evi­tar maior perseguição.

IV

304

Aqui começa a ‘Santa Igreja Católica Romana’ com o imperador Constantino. Note bem, apenas 3 séculos depois. Os presbíteros ganham o título de bispos, ganham salário do governo, construção dos templos cristãos e o início dos papas (Mateus 23:8 ao 13 – refutação).




IV

310

Com bispos muito bem pagos por Roma, inicia-se a reza pelos mortos.

IV

320

Os bispos trazem dos cultos politeístas romanos o uso das velas nas ‘igrejas’ pela primeira vez. Aqui começa a usar-se a expressão: “ir à igreja”.

IV

325

Constantino celebra o primeiro concílio das igrejas. Agora ele dá poderes aos bispos dentro da política romana, e bons salários. Cria-se ‘a doutrina’ da ‘Santíssima Trindade’, para amenizar a conversão dos pagãos romanos que adoravam uma trindade composta por: Marte, Apolo e Júpiter. Mais tarde a Septuginta e a Vulgata vão adulterar a bíblia em 1º Jo 5:7 e 8 e Mateus 28:19, acrescendo a expressão trinitária para apoiar o dogma da Trindade.

IV

370

Ao invés de reuniões, a palavra ‘Culto’ começa ser usada, e pior do que isso, ‘culto dos santos’, professado por Basílio de Cesareia e Gregório de Nanzianzo.

V

313, 337 e 381

A igreja recebe o nome de “católica” que significa universal. Em 313, na visão de dominar o mundo com uma só religião, Constantino cria a ICAR, ‘legaliza’ o Cristianismo e morre em 337. Em 381 a ICAR ganha ainda mais força política, fruto do trabalho de Constantino, e passa a ser de fato conhecida como Católica.

IV

394

Agora, os bispos, vão mais além, trocam ‘culto’ por ‘missa’.

IV

400

Os bispos já alienados por Constantino continuam a paganização, agora com a reza pelos mortos, que torna-se artigo de fé, e é introduzido o sinal da cruz feito no ar.

V

416

Os bispos com títulos eclesiásticos e salários, já funcionários de Roma, começam a batizar crianças recém-nascidas.

V

431

Numa tentativa de se aproximar dos povos pagãos, Maria é proclamada “a mãe de Deus”. Também, tem início o culto à Maria, mãe de Jesus. Herdando isso de Ártemis, Diana, Ísis e Osíris, Nimrode e Semíramis com Tamuz nos braços etc.



VI

593

Criado o ensino sobre o purgatório para amenizar a pregação sobre a punição de Deus com o inferno. Uma tentativa inteligente de conquistar mais fiéis do paganismo para o cristianismo constantínico.

VI

600

Os bispos com medo da perda do poder, pois o conhecimento da Escritura leva a liberdade, determinam o latim como língua oficial nas celebrações litúrgicas.

VII

609

Para mais controle sobre o povo católico, inicia-se o histórico do papado.

VIII

758 e 785

A confissão auricular é introduzida na ‘igreja’ por religiosos do Oriente. O dízimo foi decretado como imposto por Carlos Magno em 785 d.C. Fonte: Livro “Dicíonário Internacional do Novo Testamento” das páginas 595-601.
VIII

789

Paganizando para valer e atrair de vez fiéis de religiões politeístas, inicia-se o culto às imagens e as relíquias.

IX

819

Pela primeira vez, a festa da assunção de Maria é observada



IX

830

Para atrair o povo as missas, os bispos trazem uma ação pagã eficaz: uso de ramos e água benta.

IX

880

Canonização dos ‘santos’
X

998

Estabelecimento do dia de finados.

X

998

Observada a quaresma.

X

1000

Cânon da missa

XI

1074

Proíbe-se o casamento para os bispos da ‘ICAR’.

XI

1075

Os bispos católicos casados devem divorciar-se, compulsoriamente, cada um de sua esposa.

XI

1095

Os bispos, em meio a divisão da ‘Igreja Ortodoxa’ iniciam os trabalhos cristãos com indulgências.

XI

1100

Introduz-se na ‘ICAR’ o pagamento da missa e o culto aos anjos.



XII

1115

A confissão é feito fórmula e artigo de fé. Agora é obrigado confessar a fé para salvação. O que era simples e espontâneo no evangelho, torna-se uma forma de compulsoriedade e alienação religiosa.

XII

1125

Entre os cônegos de Lião, aparecem as primeiras ideias da imaculada conceição de Maria.

XII

1160

Estabelecidos os sete sacramentos.

XII

1186

O Concílio de Verona estabelece a “santa inquisição”.

XII

1190

Se as indulgências criadas já eram efeitos da paganização católica, imagina então a venda de indulgências. Venda de pedaços que diziam ser da cruz de Cristo, terreno no céu, lojas com artigos católicos etc.

XII

1200

Uso do rosário, por Domingos, o chefe da inquisição.

XIII

1215

Até aqui, a Ceia Ágape era uma refeição, onde a ênfase éra o partir do pão, isto é, comungar entre irmãos. A partir daqui, a ‘ICAR’ consegue a ‘maravilha’ de criar o dogma da transubstanciação. Desde então, usa-se o termo herético: ‘Santa Ceia’.

XIII

1220

Para paganizar a Ceia ainda mais, que era uma refeição simples da Igreja e do Evangelho da Graça, agora, cria-se a adoração à hóstia. Transformam a Refeição de Amor em ritual religioso e paganizado.




XIII

1226

Introduz-se a elevação da hóstia. Dando cada vez mais substância e consubstância a Ceia ritualística religiosa.

XIII

1229

Com as primeiras divisões cristãs mais graves, proíbe-se aos leigos a leitura da Bíblia. Cria-se dois grupos: leigos e clérigos. 

XIII

1264

Os bispos católicos querem atrair o povo, e agora o alvo é: festas! Começando pela ‘Festa do sagrado coração’

XIV

1303

A ‘igreja católica apostólica romana’ é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar a salvação

XIV

1311

A paganização continua… Agora: Procissão do santíssimo sacramento e a oração da Ave-Maria

XV (A partir daqui se mesclam, mãe católica e filhas protestantes)

1407 e 1417

Em 1407 na Alemanha, Christian Rosenkreuz fundou a Ordem Rosa Cruz.Observe-se que “Christian Rosenkreuz” seria apenas um nome simbólico: Christian, de Cristo ou Christos ou Khrestos; Rosen ou Rosa, e Kreuz ou Cruz. O mesmo símbolo adotado em seguida por Lutero. Enquanto isso no catolicismo: A ‘Santa-Ceia’ pagã chega ao seu ‘declínio total’ com a: definição da comunhão com um só elemento, a hóstia. O uso do cálice fica restrito ao bispo católico.

XV

1439

Os maçons ganham força junto da Ordem Rosa Cruz. Os guardiões templários e os novos guardiões templários tem uma guerra nos bastidores com a ‘ICAR’. Enquanto isso, os sete sacramentos e o dogma do purgatório são transformados em artigo de fé
XVI

1517 e 1546

Sofrendo com a Reforma Protestante, a ‘ICAR’ para outorgar mais poderes ao clero romano, é conferida à Tradição autoridade igual a da Bíblia. Lutero que odiava judeus, e também foi casado. Possivelmente acreditava no santo graal e que Jesus era casado. Teve uma filha chamada Magdalena. Morreu católico e não teve um bom testemunho. Matou muitos católicos. História que poucos protestantes sabem ou querem saber. Possivelmente Lutero era Ordem Rosa Cruz e tinha as mesmas visões gnósticas. Foi usado por Deus para vaticinar 95 teses contra a ICAR, mas a reforma pintou a parede, trocou um quadro, e manteve a estrutura pagã romana. Para se ter uma ideia o título proibido em Mateus 23:8 ao 13 permaneceu: havia padre católico e padre protestante.

XVI

1532 e 1562

Surge Calvino e John Knox. Nesta época já existia um forte crescimento dos luteranos, e os anabatistas, que pregavam de forma radical. Em 1535 é publicada a primeira bíblia traduzida por um protestante, em francês. Permanecendo, claro, as adulterações católicas. Surgem as primeiras divisões no protestantismo: Lutero não concordou com o “estilo” de reforma de João Calvino. Lutero queria reformar dentro, tantao que morreu católico. Já Calvino acreditava que era necessário sair da ‘ICAR’. Fontes dizem que João Calvino era maçom. Voltando ao velho testamento e costurando o véu cada vez mais (2ª Co 3), declara-se que a missa é oferta propiciatória e confirma-se o culto aos santos.

XVI

1534, 1545, 1563 e 1573

Em 1534, inagura-se mais uma denominação protestante oriunda da briga pelo poder. Na Inglaterra a ‘ICAR’ dividiu-se por iniciativa do rei Henrique VIII. Antes tinha queimado todos os livros de Lutero, mas, ora vejam só, por conta do conflito havido com o Papa Clemente VII, relacionado com o pedido de anulação de seu casamento, resolveu romper com Roma, resultando na criação da ‘Igreja Anglicana’. Hoje reconcilidada com o Vaticano, como mãe e filha. Dez anos mais tarde, preocupados com o crescimento do Calvinismo e Luteranismo, a ‘ICAR’ convocou o Concílio de Trento (1545-1563) para uma contra-reforma, ou Reforma Católica, onde os jesuítas foram chamados para esta guerra. Vide a Irlanda no Norte contra a Irlanda do Sul. Já em 1573, é estabelecida a canonicidade dos livros apócrifos, ou seja, a ‘Igreja Católica’ que adulterou a Bíblia em mais de 52 mil lugares, agora decide quais livros podem ser canônicos ou não.

XIX

1608, 1707, 1736 e 1854

Mais uma denominação surge: ‘Igreja Batista’. O grupo vem de dissidentes ingleses no século XVII, mais precisamente em 1608. John Smyth discordava da política e de alguns pontos da doutrina da ‘Igreja Anglicana’. Ele se aproximou de uma outra ramificação religiosa, os menonitas. A divisão se deu por conta da necessidade de batizar os irmãos por imersão. Cem anos depois, James Anderson, bispo da ‘Igreja Presbiteriana’ na Escócia em 1707, é sobretudo conhecido pela sua associação com a maçonaria, criando inclusive a Constituição da mesma, usada até hoje. A Presbiteriana oriunda do Calvinismo cresce na Inglaterra, e influencia a fundação de outra denominação, a Metodista, em 1736. Mais tarde, na ‘ICAR’, em 1854, a definição do dogma da imaculada conceição de Maria é efetivada.

XIX

1840 e 1864

Não obstante tantas denominações protestantes, mais uma eclode para proselitizar os fiéis: a Adventista. Um movimento religioso iniciado com Guilhereme Miller e apoiado pela ‘profetiza Ellen White’. O Velho Testamento agora vem com força, voltando-se a guarda do sábado, ministério levítico e observação da Toráh em plena graça do Evangelho. Enquanto isso na ‘ICAR’ vem a: Declaração da autoridade temporal do papa.

XIX

1870, 1906, 1911 e 1912

Para encerrar de vez com ciclo da deterioração e paganização católica eis que surge a: Declaração da infalibilidade papal. Já no protestantismo, nasce a mais avassaladora divisão: o pentecostalismo. Em 1906 na Rua Azuza, ex presbiterianos, ex batistas, ex metodistas tradicionais, recebem dons espirituais e começam um movimento que vai mudar a história da ‘Igreja Protestante’. Claro que, dali, surgem já 3 denominações divididas: A ‘Igreja de Deus em Cristo’, a ‘Missão de fé Apostólica’ (que depois torna-se ‘Assembléia de Deus’) e a ‘Igreja do Nazareno’. Na verdade o pentecostalismo já havia iniciado em 1800 na Inglaterra, veio somente em 1906 para os EUA. Por fim houve mais uma dissidência entre Daniel Berg, Gunnar Vingren e Louis Francescon, formando em 1911 e 1912 a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã no Brasil (CCB) que a partir dali se tornariam grande inimigas pelo poder protestante. Até hoje uma julga a outra, e ambas praticam o proselitismo. Louis Francescon foi doutrinado por um professor de teologia americano e maçom da Presbiteriana. Daniel Berg e Gunnar Vingren, ao que tudo indica, foram homens de Deus, mas expulsos do Brasil pela CGADB e CPAD, quem é espiritual, entenda. Vale lembrar que o movimento pentecostal foi perseguido pelos próprios irmãos protestantes tradicionais. A IEAD forma a Harpa Cristã, e a CCB o seu hinário. Ambos hoje estufam o peito para falar de sua musicalidade, porém as melodias são em sua maioria copiadas de musicas ‘mundanas’ como dizem os próprios pentecostais. Mas, sem dúvida, a música sacra edifica, só não entendo o onde ficou a insipiração dos pentecostais para ter que plagiar musicas de maçons, hinos nacionais, músicas militares etc.

XX

1922, 1950, 1962, 1977, 1990 e 2014

As ramificações vão acelerar. O sectarismo protestante é lamentável. A começar por Aimee, uma evangelista que funda mais uma denominação, a ‘Igreja do Evangelho Quadrangular’. Na ‘ICAR’, em 1950 a assunção de Maria é transformada em artigo de fé. Em 1962, o ‘Missionário David Miranda’ inova em uma denominação com ênfase em curas, exorcismo e revelações: a ‘Igreja Pentecostal Deus é Amor’. Traz para o Brasil junto com a ‘IEQ’ um pouquinho da teologia da prosperidade. A Quadrangular, antiga ‘Cruzada’, vai se dividir em pedaços enormes: Fonte da Vida, Templos das Águias etc. A ‘Deus é Amor’ se divide dentro da própria família, e com os fundadores principais como Ademar Alves Lacerda em Curitiba. Depois vem Alexandre da Rosa, e por último eram mais de 12 divisões. David Miranda perdeu muito poder e por último estava ameaçando que quem saísse da ‘IPDA’ iria morrer. Na década de 50 nos EUA, os homens de negócio do evangelho, começam se reunir como num Rotary ou Lions Club, grande parte deles do protestantismo americano ligado a maçonaria. Willian Branham do Tabernáculo da fé é patrocinado por eles em todo seu ministério. Hoje o Tabernáculo Branham é dividido em mais de 20 partes. Em Curitiba a briga é horrível. Isso que não temos espaço para falar do crescimento dos mórmons, a liderança em sua maioria maçons, e as Testemunhas de Jeová. Embora não sejam protestantes vão fazer parte do nicho religioso de divisões e guerras. Poderíamos abordar a denominação ‘O Brasil para Cristo’, também dissidente de outra pentecostal, Voz da Verdade, ou as Comunidades Cristãs que já se dividiram em centenas de partes. Na década de 70 vão surgiu os neo-pentecostais: Igreja da Graça de Deus, Igreja Univesal do Reino de Deus, Igreja Mundial, Igreja Renascer… Todas divisões cada vez maiores com compra de mídia, teologia da prosperidade e etc. Surgem os movimentos do ‘cair pelo espírito’, regressão, hipnose, G12, células, e agora, há menos de 5 anos, surge a denominação Templária, um verdadeiro mix de tudo que há de sincretismo religioso. Não deu tempo de falar dos padres Fábio de Melo, Marcelo Rossi, copiando músicas gospel para atrair fiéis e não perder poder, uma verdadeira contra-reforma pentecostal com ajuda dos carismáticos. Até que, saem do sistema religioso mais de 6 milhões de evangélicos. Cresce cada vez mais movimentos como: Eu quero UMA Igreja Orgânica, Caminho da Graça, Igreja Orgânica, Igreja em Casa, Reuniões Domésticas, Igreja no Lar, e grupos dessistematizados e desnominados. Sem dízimos, sem ofertas, sem hierarquia, sem clero, imperfeitas, mas procurando viver o evangelho da Graça, de graça. Agora, separei para vocês abaixo um esquema protestante fazendo um paralelo com o católico supra-citado. 

SÉCULO

ANO

CRONOLOGIA EXCLUSIVA DO PAGANISMO PROTESTANTE

XV

1517      

Unindo-se a sociedades secretas, o protestantismo nasce com fúria contra o catolicismo. A reforma da casa manteve toda estrutura: dízimos, ofertas, templocentrismo e clero.

XVI

1534

Lutero briga com Calvino. Lutero era contra judeus, contra o livro de Tiago e contra o livro de Apocalipse.

XVI

1540 e 1590 em diante

Arminianistas x Calvinistas. Predestinação x Eleição. Esquece-se do evangelho essencial e volta-se para assuntos secundários (1ª Co 13:12 e Romanos 12:3)

XVII

1600

O termo Santa Ceia é utilizado igual da mãe católica. Uns creem na transubstanciação e outros na Consubstanciação. Usa-se a expressão: “ir à igreja” quando se visitam os templos

XVIII

1700

Cria-se uma escadinha religiosa. Cada vez mais títulos começam a aparecer. O proselitismo é grande, cada denominação protestante tradicional se acha a única verdadeira e detentora da verdade. Pastores tem cada vez mais influências na política dos EUA e Europa.

XIX e XX

1800 a 1930

O título reverendo começa a ser aplicado. As catedrais tomam formas semelhantes as católicas. No Brasil por conta da população ser 95% católica, os Batistas, Presbiterianos e Metodistas emprestam lojas maçônicas para cultos. No final do século, começa utilizar-se o título: ‘pastor’. A CCB é a única que rejeita o título. Os ‘bispos’ começam a ser mais bem remunerados.

XX

1930 a 1990

Surgem os títulos: ‘pastora’ ‘profeta’ ‘apóstolo e apóstola’ ‘bispa’ entre outros (vide refutação em Mateus 23:8 ao 13). O termo ‘evangélicos’ substitui ‘protestantes’. Inicia-se o dogma de confissão de fé obrigatória. A membresia é cadastrada para Censos do Ibge e começa uma disputa muito grande por fiéis. Denominações tornam-se empresas eclesiásticas com CNPJ. A departamentalização chega com força: Presidente, Vice-Presidente, Tesoureiros, Secretários e departamentos variados. Uso do dízimo obrigatório. Em muitas pentecostais as mulhres são proibidas de depilar-se, usar calça comprida, assistir TV etc. Recentemente com a perda de fiéis, houve uma liberação nesses dogmas. Muitas denominações criam ‘RI’ ou ‘Regulamento Interno’ ou ‘Doutrina da Igreja’ com punições para cada erro cometido dos fiéis. As denominações criam o ‘CREDO’, pontos de fé obrigatórios, como fórmula batismal etc. Surgem: fogueira santa, voto, dízimo com envelope, cadastros de dizimistas, campanhas de prosperidade, movimentos de cair pelo poder, regressão, hipnose, musicoterapia, terapia de casais, oração nos montes, obrigatoriedade de vestimentas para obreiros e membros, hierarquia eclesiástica ascendente com promoção de salário, bancada evangélica, revelações e visões são cada vez mais frequentes, ministérios proféticos, uso demasiado do óleo e da ‘água orada’, sons e luzes com efeitos de entretenimento, shows gospel com renomados artistas, uso de indulgências nas correntes de 7, 14, 21 dias e outros formatos, ênfase no exorcismo, curandeirismo não comprovado, técnicas adquiridas do crescimento gigantesco de faculdades teológicas (inclusive a obrigatoriedade de formação acadêmica para ‘pregação e adoração’), homilética, hermenêutica, oratória, dialética, uso dos termos ‘desviados, rebeldes e ladrões’, enfim, uma lista imensa. Não se usa mais o Novo Testamento e o Evangelho da Graça, é só lei, velho testamento e citações descontexualizadas. O termo ‘Gospel’ substitui outros. Balada Gospel, funk gospel, troca de casais gospel, esporte gospel, Play boy gospel, enfim, a alegria do Espírito Santo saiu e deu lugar ao entretenimento do homem e do Diabo. E milhões de outros atributos pagãos.

XX e XI

1990 a 2014

Surgem a ‘Igreja Gay’ e a ‘Igreja Ateísta’. Nascem títulos como: ‘rei e patriarca’. O ecumenismo toma forma cada vez mais. Silas Malafaia e Samuel Câmara dividem a ‘Assembléia de Deus’ em vários pedaços. Aproximação da mídia, canais de televisão etc. Bandas e artistas seculares ‘se convertem’ e gravam música gospel, vendendo milhões de cópias. Papa Francisco manda mensagem a pentecostais do Brasil e dos EUA. Os salários de pastores de grandes denominações variam de 1500 a 24 mil reais. Entretanto, pregadores americanos e europeus chegam cobrar até 300 mil reais por uma conferência pentecostal, como recentemente aconteceu no Rio de Janeiro. Bom, hoje você já sabe, o maior sonho é ter um presidente evangélico no Brasil (feliz é a nação cujo Deus é o Senhor – que Deus é esse? Adonai o Todo Poderoso, ou Mamom, mamão com açucar, o dinheiro?), Marco Feliciano, Marina Silva, Jair Bolsonaro (embora católico, é fã do Malafaia, influência da esposa), Magno Malta, que o digam. E assim como no paganismo de Constantino lá atrás, como nos tempos de Cristo, e na Babilônia do Apocalipse 17 e 18, política e religião se unem para prostituir a Palavra de Adonai. Ouça a voz de Cristo chamando: João 10:4.

QUE DEUS POSSA NOS ABENÇOAR.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O REGENTE DO CORAL CELESTIAL




LÚCIFER TERIA SIDO REGENTE DO CORAL CELESTIAL?




                

A Igreja de Cristo tem sido constantemente bombardeada com falsos ensinos, heresias, superstições. Crendices são aceitas no meio evangélico, minha preocupação sempre foi ensinar a Palavra de Deus como realmente ela deve ser ensinada, infelizmente o que falta em nossas igrejas são pessoas comprometidas e  que se empenhe no ministério de ensino e que também não sejam "teleguiadas" pelo pastor presidente, que induz aos seus subordinados pregar ou ensinar somente aquilo que lhe agrade,  essa ausência tem deixado a igreja vulnerável as heresias e ao declínio por falta de conhecimento.
Desde que me converti, sempre ouvi que o diabo era o responsável pela regência e pelo louvor no céu antes da sua queda e isso soava como uma verdade ou consenso entre todos os cristãos, onde todos aceitavam sem questionar ou pesquisar sobre o assunto. Chegavam a usar isso em suas pregações e estudos bíblicos na Escola Dominical, onde poderíamos encaixar aquela velha frase: “Um cego guiando outro cego...” 
Esse tipo de “crendice” se torna aceita pela igreja, principalmente se a mensagem tiver sido naqueles cultos chamados “pentecostal, fervoroso, do reteté”, cheio de línguas estranhas e estranha mesmo, onde no final o crente que não ler bíblia, que não vai a EBD, sai dizendo: “foi Deus purinho na terra” “Deus falou poderosamente na boca do pregador”..., pronto isso é suficiente, para ser tornar verdade aquilo que não é verdade.
Como dizia minha falecida vó: “o vício do cachimbo, deixa a boca torta” é o mesmo que dizer para um irmão católico que é pecado adorar imagens, e que a irmã Maria, não é nossa intercessora, eles, não conseguem perceber este erro, mas não quero falar sobre isso, quem sabe em outra oportunidade, o assunto aqui é outro.
Sempre houve falhas no meio cristão, apesar da igreja está na direção de Deus, o homem é falho, e dentro dessas falhas existem uma enorme lista de crendices que tem sido divulgada entre os cristãos. Ora, durante anos se propagou que o ano findaria em 2000 com a volta de Jesus e chegou-se a usar a Bíblia como fonte para tal erro: “A dois mil chegarás, mas de dois mil não passarás”. E quem nunca falou isso? E como teve pregador usando essa frase, que por sinal nem na Bíblia está escrito. Esses erros só funcionam com quem tem preguiça de ler a Bíblia.
Certa vez, ouvi de um irmão, (hoje ele é pastor de uma igreja) que “a letra mata”, quando soube que eu estava estudando em um Seminário, falou com tamanha convicção: “Olha irmão Rosemberg, a Bíblia diz que a letra mata, está escrito na 2ª carta de Paulo aos Corintios no cap 3:6...” quase que ele me convence! Mas, estudando compreendi que o apóstolo Paulo estava se referindo a LETRA DA LEI, que os judeus queria viver, ora, como a Palavra de Deus pode matar? Se o próprio Jesus ordenou: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam”. (Jo 5:39)


Mas de onde surgiu essa teoria de que Satanás teria sido Regente do Coral celestial?

"Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados.
Tú eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti".

Ezequiel 28:13-15 


Claro que a passagem em referência, trata-se literalmente de um juízo proferido sobre o rei de Tiro. O profeta Ezequiel não está somente se referindo a Satanás (Lúcifer) antes da queda, precisamos respeitar o contexto da passagem Bíblica, aqui o profeta faz um paralelo entre o rei de Tiro por causa de sua altivez e Lúcifer,  o texto fala também de instrumentos musicais, aonde se chegou à conclusão, por parte de alguns que isto se refere ao dom musical de Lúcifer. O problema é que tentam literatizar essa passagem do livro de Ezequiel e esquecem o restante dos versículos, se Lúcifer foi músico no céu, não quer dizer que ele hoje tem ódio dos músicos de nossas igrejas, como também pelo fato dele ter sido coberto de pedras preciosas, também não o faz ter ódio dos comerciantes de ouro, diamantes e joias aqui na terra. Você já ouviu algum pregador ou pastor pregar que o diabo tem fúria nas joias? E também usam o seguinte texto:

“Onde estas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina. Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?

Jô 38:4-7

Se observarmos o texto acima esta se referindo a um coro de anjos, e em nenhum momento se refere a Lúcifer como o regente, a bíblia diz que os anjos são perfeitos em todos os sentidos e bem superior ao nós.

Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. (Salmos 8:5)

Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste, e o constituíste sobre as obras de tuas mãos; (Hebreus 2:7) 




Se eles são prefeitos em tudo, porque necessitariam de um outro anjo no caso de Lúcifer para regê-los? A Bíblia em lugar nenhum nos diz isso.
O que nós vemos com essas falsas pregações ou falsos ensinos é tão somente denegrir ou demonizar a música, chamada entre os evangélicos de “secular”, por isso usam o argumento de que o diabo era o regente musical. Claro que no meio “secular” existem muitas musicas que não presta e no meio artístico existem muitos que se envolvem e recebem influência maligna, e em muitos casos essas “musicas” servem para destruir os jovens e principalmente os cristãos, mas nem todas as músicas são assim e nem tampouco a música teve sua origem em satanás, foi DEUS quem criou a música e nos concedeu o dom de tocá-las, Satanás não é dono de nada, a honra e glória é de DEUS.

MAS DE ONDE PARTIU ESSA AFIRMAÇÃO ENTRE OS EVANGÉLICOS QUE SATANÁS ERA O
REGENTE NO CÉU?



Como toda heresia tem um começo,  essa não podia ficar sem sua origem, vejamos: “Satanás tinha dirigido o coro celestial. Tinha ferido a primeira nota; então todo o exército angelical havia-se unido a ele...” (Ellen Gold White, História da Redenção, pág. 25). Essa é mais uma heresia vinda da Srª Ellen G. White, líder da Igreja Adventista do Sétimo dia,  muitos evangélicos tem adquirido seus livros, ela foi uma das que ajudaram a fundar a referida igreja e autora do livro chamado: O grande Conflito, a senhora Ellen é também considerada uma grande profetiza.
O diabo inimigo de nossas almas, tem cede em todo aquele que confessa que JESUS CRISTO É O SENHOR, que prega, que ensina, que ministra e que se coloca a disposição de Sua obra, não como muitos pregam que o diabo tem fome e cede pelos músicos, isso é um engano, precisamos estudar mais a Bíblia, para estarmos prontos a responder a certos modismos e heresias que adentram ao seio da igreja.
“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento”. (Oséias 4:6)
“Errais, não conhecendo as escrituras, e nem o poder de Deus”.


Por Rosemberg Borges

Igreja Jesus Cristo Reina

sábado, 19 de abril de 2014

PORQUE OS EVANGÉLICOS NÃO FAZEM O SINAL DA CRUZ?

SINAL DA CRUZ


            Vejamos o que diz um site de uma paróquia sobre este assunto:


          “O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia. Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos. (…) O Sinal da Cruz bem feito é riquíssimo em significado. Por Ele expressamos três verdades ou dogmas fundamentais da nossa fé: o Dogma da Santíssima Trindade, da Encarnação e da Morte de Jesus Cristo. Quando se diz: “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, você está proclamando o Mistério da Santíssima Trindade. Quando você leva à testa a mão direita aberta, dizendo: “Em nome do Pai” e desce com a mão na vertical e toca na altura do estômago continuando: “e do Filho”, você está indicando o mistério da Encarnação: o Filho de Deus desceu ao seio da virgem Maria. Depois, levando a mão direita para o ombro esquerdo completando a cruz tocando o ombro direito, está se indicando a morte de Jesus na Cruz.” (Site paróquia São Pedro e São Paulo).

        Em primeiro lugar, para responder por que os evangélicos não têm o costume de fazer o sinal da cruz, é importante analisarmos que não existe qualquer ordem bíblica para que façamos o sinal da cruz para que tenhamos proteção em nosso dia a dia e nem para que simbolizemos a obra de Cristo na cruz através desse pequeno ritual.
          Originalmente, uma pequena cruz era “desenhada” com o polegar ou dedo na própria testa. 


Apesar da dificuldade em se determinar exatamente quando foi feita a transição entre desenhar uma pequena cruz na testa à prática moderna de desenhar uma grande cruz desde a testa até o tórax e ombro a ombro, sabemos que esta troca ocorreu por volta do século XI d.C., quando o Livro de Orações do Rei Henry dá instrução para “marcar com a santa cruz os quatro lados do corpo”.
          Os católicos encontram apoio para o sinal da cruz principalmente em seus muitos anos de tradição da igreja, e em segundo lugar, em Êxodo 17:9-14 e Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1. Apesar das passagens falarem de um sinal na testa para proteção do julgamento de Deus, elas devem ser interpretadas à luz de seu contexto. Com base em seu contexto, não há razão para crer que qualquer um dos versos prescreva o ritual do sinal da cruz.
           No século XVI, uma das principais doutrinas da Reforma Protestante era a sola scriptura, através da qual qualquer prática que não se alinhasse às Escrituras seria descartada. Os reformadores ingleses acreditavam que o uso do sinal da cruz deveria ser algo a ser decidido por cada pessoa, como estava escrito no Livro de Orações do Rei Edward VI. “... ajoelhar-se, fazer o sinal da cruz, levantar as mãos ou qualquer devoção do homem, seja observado sem culpa.” Os protestantes geralmente viam o sinal como uma tradição que não tinha qualquer fundamento nas Escrituras, ou mesmo como algo ligado à idolatria, sendo por isto abandonado pela maioria.


        S. Hipólito de Roma († 235), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, escreveu: “Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da Cruz. Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé, não por ostentação, mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor. É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da  Cruz na fronte e sobre os olhos, rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” (Tradição dos Apóstolos 42)*.

          Mas veja o que o próprio Senhor Jesus falou:

"E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome (não na cruz, grifo meu) expulsarão os demonios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus."

(Mc 16:17-19) 
E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porãoas mãos sobre os enfermos, e os curarão.
Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.

Marcos 16:17-19

            As tradições dos apóstolos não podem estar acima da palavra do próprio Senhor Jesus. Ora, se a Bíblia não nos instruir a que o façamos, o sinal da cruz tem seu simbolismo bíblico. O formato do sinal é um lembrete da cruz de Cristo. Historicamente, o sinal já foi visto como representativo da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Através da fé no Senhor Jesus Cristo e Sua morte substitutiva na cruz, a salvação é estendida como um presente a toda a humanidade. A trindade é a doutrina da essencial e divina Natureza de Deus: Deus existe em três pessoas distintas. Ambas as doutrinas são base tanto para os católicos quanto para os protestantes e são certamente bem fundamentadas na Bíblia. O sinal da cruz foi, em certas épocas, associado a poderes sobrenaturais tais como expulsão do mal, demônios, etc. Este aspecto místico do sinal da cruz é completamente falso e não pode, de forma alguma, ter sustentação bíblica.


            Fora o aspecto místico, fazer o sinal da cruz não é nem certo nem errado e pode ser positivo, se servir para lembrar da cruz de Cristo ou da Trindade. Infelizmente, este não é sempre o caso, e muitas pessoas simplesmente fazem os movimentos do ritual e fazem o sinal da cruz sem saber por que o fazem. Uma análise final do sinal da cruz é que ele não é, de forma alguma, exigido dos cristãos, pois não é instruído pela Palavra de Deus.
            Jesus não nos ordenou que fizéssemos o sinal da cruz, antes, nos deu um modelo de oração que inclui em seu corpo o pedido da proteção do Pai.




          Conforme vimos no relato acima, no site da Paróquia, o sinal da cruz na realidade é um pequeno ritual embasado na tradição e não em relatos bíblicos sólidos. Isso não significa que quem o faz esteja errado. Porém, podemos observar na prática que um grande número de pessoas faz esse sinal com objetivos místicos, como se o sinal em si tivesse algum poder de livrar a pessoa de algum mal. Não é incomum também vermos pessoas fazendo o sinal da cruz quando passam próximo de cemitérios e de Igrejas sem qualquer propósito claro e de acordo com a Palavra de Deus. Esse tipo de enfoque é incorreto.



       Como não existe ordenança bíblica para o uso do sinal da cruz, os evangélicos decidiram não adotá-lo como prática, entendendo que o fato de não adotá-lo seria muito mais positivo à fé do que fazer uso dele.
            Eu entendo que os simbolismos devem ser usados com cautela, pois o ser humano tem a grande capacidade de elevar os simbolismos acima daquilo que eles simbolizam, adotando certo misticismo pecaminoso no uso deles. Foi o caso da serpente levantada no deserto na época de Moisés (Nm 21.8), que tinha um objetivo claro determinado por Deus, mas que virou um deus para os israelitas e até ganhou um nome (2 Rs 18.4).
           Assim, todo cuidado é pouco com relação a simbolismos, mesmo aqueles que parecem ser aceitáveis.

Editado por: Rosemberg Borges
Ref:  http://www.esbocandoideias.com
         http://www.gotquestions.org
         Biblia de Estudo Pentecostal

sexta-feira, 18 de abril de 2014

JESUS, O FILHO BIOLÓGICO DE JOSÉ

Jesus, o filho de José

 

 

Estarei abordando um assunto extremamente delicado, pois, feri os ensinamentos que muitos, assim como eu recebi por parte dos religiosos, sou sabedor que estarei levantando uma enorme polêmica no meio do povo, mas como bom estudante e pesquisador da maravilhosa Palavra de Deus, e sendo um assunto que poucos o quase nenhuma corrente teológica teve a ousadia de explicar, estarei sim, abordando-o, e procurarei ser fiel a Bíblia para que não haja nenhuma "heresia", apesar que ouvirei e também serei taxado como herege, mas cabe-nos procurar conhecer à pessoa do nosso Salvador Jesus Cristo o Messias.

Como sempre fui taxado de polêmico, então este será mais um assunto polêmico da minha passagem pela terra, ora porque o chamo de polêmico? Pois, muitas pessoas absorveram os ensinamentos de seus líderes, sejam eles católicos, ou evangélicos sem buscarem na própria Palavra de Deus se seus ensinamentos conferem ou não com os que Nela estão contidos.


Jesus, filho biológico de José

 

É comum encontrarmos nos relatos dos evangelhos aquelas longas listas de nomes chamadas de genealogia, ora, e como todo judeu que se presa à genealogia bíblica também denominada de herança tribal de Israel, trata-se da contagem das gerações provenientes do pai e não da mãe.

Partindo desse principio, para que Jesus realmente fosse o Messias esperado, conforme as profecias relatam era necessário que ele fosse descendente de Davi, isso mesmo, descendente carnal da tribo de Judá e consequentemente filho de José, marido de Maria. Caso contrário, ele jamais poderia ser o Messias esperado que os Salmos e a Torah mencionam.

Mas isso você nunca ouviu e nem tampouco aprendeu dessa forma, e agora tomando conhecimento, torcerá o nariz, rejeitando isso, mas não me importarei, meu dever é levar até você o que vou chamar de “revelação bombástica”, não para mim e nem para os judeus, mas para você que sempre teve um conhecimento distorcido da Bíblia.

Jesus é o filho biológico de José através da ação divina do Espírito Santo, que de forma sobrenatural e milagrosa fecundou a semente de “Davi” em Maria, sem que houvesse o contato físico sexual do casal Jose e Maria. Conforme lhe foi revelado em sonho por um anjo.



“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. Então, José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixa-la secretamente. E, projetando ele isso, eis que em sonho, lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo. E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL, (EMANUEL, traduzido é: Deus conosco). E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher, e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de JESUS.” 

(Mateus 1:18-25)

 


Ainda em dúvida? Vamos ver outras referencias bíblica que comprovam os fatos.



1) Filho carnal de José: Mateus 1:16; Lucas 3:23; 4:22; João 1:45; 6:42.
2) Filho carnal de Davi: Mateus 1:1- 20; 9:27; 12:23; 15:22; 20:30-31; 21:9-15; 22:41-46;
3) Descendente da tribo de Judá: Mateus 1:1,2; Mateus 2:6 (Miqueias 5:2); Hebreus 7:14; Apocalipse 5:5.



Existe um texto bíblico no evangelho de Lucas onde em algumas versões encontramos escrito em parênteses que Jesus era filho de José (como se cuidava), porem quero deixar bem claro que este texto em parênteses é uma nota do tradutor e não a encontramos nos textos originais.



“E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José, de Eli”.



Muitos teólogos e religiosos utilizam-se desse acréscimo “como se cuidava” para tentarem justificar que Jesus era o filho adotivo de José, porem, toda essa tentativa não está correta e contradiz a mensagem da Bíblia.



Vamos ver o que diz o apóstolo Paulo, ao escrever sua carta a igreja que estava em Roma, o que nos dar uma prova incontestável de que José era realmente o pai biológico de Jesus.




"Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus, o qual antes havia prometido pelos profetas nas Santas Escrituras, acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne".
(Rm 1:1-3) 

 


Se Jesus é filho carnal de José, descendente carnal de Davi, e da tribo de Judá, podemos concluir que a teoria cristã está totalmente equivocada, e cai por terra todos o ensinamento que desde o principio de nossa conversão aprendemos.

Ora, o fato de Jesus ter sido gerado pelo Espírito Santo, isso não o faz filho de um pai “espiritológico” e de uma mãe biológica. O que contraria a própria Palavra, que diz que os seres espirituais não se multiplicam.



“Porque, na ressurreição, nem casam, nem são dados em casamento, mas serão como os anjos n o céu.”



(Mt 22:30)





Por mais que queiram negar o fato categoricamente, jamais poderemos ir contra as verdades bíblicas contextual, pois, ela é categórica e nos diz que Jesus foi gerado milagrosamente através do poder do Espírito de Deus o que nos leva a crer que o próprio Espírito Santo introduziu ou inseriu em Maria a semente de José, onde continham todas as cargas genéticas, possibilitando assim o cumprimento das profecias, o relacionando como descendente carnal de Davi, e o tornando o Messias esperado e prometido.





“Portanto, o mesmo senhor vos dará um sinal; eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel”.



(Is 7:14)





E, projetando ele isso, eis que em sonho, lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo”.



(Mt 1:20)





Maria mãe de Jesus pertencia à tribo de Levi







                 Mais uma evidência de que Jesus não poderia vir da descendência de sua mãe biológica, pois, sendo ela da tribo de Levi e não da tribo de Judá, vejamos:

"Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel."

(Lc. 1:5)



Ora o texto é bem claro, ao citar que Isabel era filha de Arão. Mas o que era ser filha de Arão? Significava ser da tribo levítica e Maria era sua prima, portanto, ambas eram descendentes de Levi e não descendente da tribo de Judá o que não a tornavam oriundas da descendência Davidica. 



 Maria e Izabel

Sendo assim, Jesus jamais poderia ser o Messias pelo lado materno, infelizmente nos é ensinado de forma errônea que Maria descendia de Nata, o outro filho de Davi, que era irmão de Salomão, conforme os textos abaixo.



“e Eliaquim, de Meléa, e Meleá, de Mena, e Mena, de Matatá, e Matatá, de Nata, e Natã, de Davi.”

(Lc 3:31)



“E estes lhe nasceram em Jerusalém; Siméia,e Sobabe, e Nata, e Salomão; estes quatro lhe nasceram de Bate-Sua, filha de Amiel.”

(1 Cr 3:5)





Sabemos que o Messias deveria ser descendente de Davi e ao mesmo tempo ser sacerdote, conforme encontramos nas profecias de Zacarias.



“E fala-lhe, dizendo: Assim fala e diz o SENHOR dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do SENHOR. Ele mesmo edificará o templo do SENHOR, e levará a glória, e assentar-se-á, e dominará no seu trono, e será sacerdote no seu trono, e conselho de paz haverá entre ambos”.  (os ofícios, grifo meu)

(Zc 6:12-13)






”Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra”.


(Jr 23:5)

 

 “Naqueles dias e naquele tempo, farei que brote a Davi um Renovo de justiça, e ele fará juízo e justiça na terra”.

(Jr 33:15)

 “Porque foi subindo como Renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum”.


(Isaias 53:2,3)


Se formos, insistir na teoria de que Jesus é somente filho de Maria sem a contribuição genética de José, estaremos automaticamente refutando a nossa fé no salvador Jesus, pois, Nele se cumpriu o plano messiânico, desde a fundação do mundo, segundo está escrito em Sua Palavra, pois todos os projetos de Deus serão cumpridos.

O que nós precisamos entender é que por parte de José, seu pai biológico, Jesus descende genealógicamente da tribo de Davi, enquanto que por parte de sua mãe Maria que por sua vez ela descende de uma tribo sacerdotal o faz sacerdote, sendo que por parte espiritual já que sua gestação se deu de forma milagrosa, Jesus se torna o Messias enviado por DEUS, o tornando o sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, representado pelo sacerdócio araônico.



Vejamos o que nos diz a Bíblia dentro do contexto profético, sobre Jesus



1.                                        Vir da semente da mulher = Gênesis 3:15 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

2.                                        Vir da semente de Abraão = Gênesis 12:3 Abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra, com Mateus 1:1 Livro da genealogia de Jesus o Messias, filho de Davi, filho de Abraão.

3.                                        Vir da semente de Isaque = Gênesis 17:19 Deus lhe respondeu: Na verdade, Sara, tua mulher te dará um filho, e lhe porás o nome de Isaque; com ele estabelecerei a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência depois dele, e, 21:12 Deus, porém, disse a Abraão: Não te pareça isso mal por causa do moço e por causa da tua serva. Em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz, porque em Isaque será chamada a tua descendência com Mateus 1:2 Abraão gerou a Isaque, Isaque gerou a Jacó, Jacó gerou a Judá e a seus irmãos.

4.                                        Vir da semente de Jacó = Gênesis 28:14 A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás ao ocidente, ao oriente, ao norte e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra Números 24:17 Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto. Uma estrela procederá de Jacó, e de Israel subirá um cetro que quebrará as têmporas de Moabe, e destruirá todos os filhos de Sete. Com Apocalipse 22:16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.

5.                                        Descender de Davi e herdar o seu trono = 2º Samuel 7:12-13 Quando os teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti o teu descendente, que sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e estabelecerei o trono do seu reino para sempre. Jeremias 23:5 Vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo, um rei que reinará e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na terra. Com Romanos 1:3 ... acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne.

6.                                        Ser sacerdote = Salmos 110:4 Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque. Com Hebreus 5:5-6 Assim também o Messias não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei....6:20 ... Onde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.... 7:15-17 E ainda muito mais evidente é isto, se à semelhança de Melquisedeque se levanta outro sacerdote, que não foi feito segundo a lei de um mandamento carnal, mas segundo o poder da vida indissolúvel. Pois dele assim se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.



O MESSIAS DEVERIA SER:



1.      REI = Conforme poderemos observar a confirmação dos relatos acima na genealogia descrita por Mateus 1:1,6,16 Livro da genealogia de Jesus o Messias, filho de Davi, filho de Abraão... Jessé gerou ao rei Davi, o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias,... Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que se chama o Messias.



2.      SACERDOTE = Vindo da descendência de Arão, conforme lemos em Lucas 1:30-31,34-36 Disse-lhe então o anjo: Maria, não temas, achaste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não tenho relação com homem algum? Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o ente santo que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. Até Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice, sendo este o sexto mês para aquela que era considerada estéril. Lucas 1:5 Existiu no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias; sua mulher era das filhas de Arão, e o seu nome era Isabel. Hebreus 5:5-6 Assim também o Messias não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Como diz em outro lugar: Tu és Sacerdote, eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.

Conforme a promessa de Deus a Eva, de uma mulher específica [Isaias 7:14 Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: A virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel] [Marcos 6 ... Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? Não estão aqui conosco as suas irmãs?...]e, também de um homem definido por outros textos da Bíblia, do qual iria nascer o Messias de Israel que, com o correr do tempo irá ocupar a posição de REI e SACERDOTE.


Jesus nosso Sumo Sacerdote

O nascimento de Jesus se deu de maneira milagrosa e, de acordo com a Bíblia e suas profecias Ele estaria cumprindo alguns itens como o Messias de Israel, e um desses itens Ele deveria ser Rei, por isso sua genealogia vir de Davi e deveria ser também Sacerdote, por isso também sua genealogia estar ligado a genealogia de Arão.





JESUS TAMBÉM RECEBE OUTROS ATRIBUTOS QUE FARIA DELE O MESSIAS




A porta: Jo. 10:7

Advogado: 1ª Jo. 2:1

Bom pastor: Jo. 10:11

Cordeiro de Deus: Jo. 1:29

Eu Sou: Jo. 8:58

Filho amado: Mt. 12:18

Filho de Davi: Mt. 1:1

Filho do Homem: Mt. 8:20

Imagem de Deus: 2ª Co. 4:4

Leão da tribo de Judá: Ap. 5:5

Mediador: 1ª Tm. 2:5

Messias, ou Ungido: Dn. 9:25; Jo. 1:41

Nosso Cordeiro pascal: 1ª Co. 5:7

O Primeiro e o Último: Ap. 1:17

Raiz de Davi: Ap. 22:16

Rei dos reis: 1ª Tm. 6:15

Resplandecente estrela da manhã: Ap. 22:16

Santo de Deus: Mc. 1:24

Semente da mulher: Gn. 3:15

Verbo (ou Palavra) de Deus: Ap. 19:13

Videira verdadeira: Jo. 15:1.


Não quero com este estudo desmerecer a divindade do Senhor Jesus, como muitos irão dizer, mas sim, mostrar dentro da visão humana a impossibilidade de uma criança ser gerada no útero de uma mulher sem a presença dos espermatozoides de um homem. Talvez, o meu amigo leitor irá dizer: “mas DEUS pode assim fazer”, com certeza que faria, mas isso iria contra os seus desígnios e não faria de Jesus Cristo um ser humano,  para que através de sua humanidade fosse o sacrifício perfeito diante de DEUS pai. 
Este estudo faz parte de muitos outros que virão, e com certeza despertará aos meus leitores o desejo de se aprofundar nos ensinamentos Bíblicos, e não se ater aos ensinamentos dos religiosos somente, espero ter colaborado para este despertar.
A DEUS toda honra e Glória e que ELE


Por: Rosemberg Borges
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