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sábado, 24 de março de 2012

Os 40 Reis de Israel

Conheça a história dos 40 reis que reinaram em Israel e Judá

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Amado (a) irmão (ã), ainda que você ache extenso este estudo, tenha paciência, leia aos poucos, não desista, vá até ao fim, talvez você ainda não tenha analisado, o grande amor de Deus para com o homem, a Sua paciência. Quantas oportunidades Deus deu a Israel, para que ele se consertasse, se arrependesse. Quantos reis chamados para reinar, comandar, dirigir a nação, e como eles erraram desobedeceram, pecaram tornaram-se idólatras, traidores uns para com os outros, sendo eles irmãos e descendente de um mesmo pai - Abraão. Deus vai falar ao seu coração. Ele ainda está dizendo assim:

Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo;

o que anda num caminho reto, esse me servirá. Salmo 101.6

O Reino Unido - 1.100 a. C

Até a morte do rei Salomão, era um só Reino, O Reino Unido. Após sua morte, houve contenda entre seu filho Roboão, I Reis 11.43 e Jeroboão filho de Nebate I Reis 11.26 e o Reino foi dividido.

Jeroboão e toda a Congregação de Israel vieram até Roboão, pedindo que ele aliviasse o jugo da dura servidão da qual o rei Davi submetia o povo - I Reis 12.4

Roboão pediu conselho aos anciãos, que o aconselhou o seguinte:

Se hoje fores servo deste povo, e o servires, e, respondendo-lhe falares boas palavras, todos os dias serão teus servos. I Reis 12.7

Roboão recusou este conselho e foi em busca do conselho dos jovens que haviam crescido com ele. I Reis 12.8

Os jovens o aconselharam que ele deveria dizer assim:

Se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões - I Reis 12.11

Roboão seguiu o conselho dos jovens, provocando nas 10 tribos uma revolta, causando assim a divisão do Reino.

A ameaça de Roboão a respeito do trabalho dobrado causou uma rebelião e dividiu a nação.

Assim se desligaram os israelitas da casa de Davi até ao dia hoje - I Reis 12.19.

Roboão governou o Reino Sul e Jeroboão governou o reino Norte.

Busque sempre em sua vida os conselhos da parte de Deus - Salmo 1.1

Ficando duas tribos, com o Reino Sul: Judá e Benjamim.

E dez tribos Com o Reino Norte,

Rubem, Simeão, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, Manassés e Efraim.

Observação:

O motivo que me levou a fazer este estudo ou pesquisa foi para que eu pudesse entender melhor a historia dos reis de Israel e Judá. Havia certa confusão na minha cabeça, porque eu não conseguia compreender, se estes reis tão idólatras, faziam parte do Israel de Deus. E quando eu lia assim: No reinado do rei tal, em Judá, começou a reinar em Israel o rei tal. Eu dizia, mas como pode? O Israel de Deus são dois povos? Foi então, que decidi: vou pesquisar sobre este assunto, desejo entender um pouquinho mais.

Entendo que é muito importante para os ministradores da palavra de Deus conhecer um pouco mais desta fonte maravilhosa, a Bíblia Sagrada.

Amado (a) irmão (ã), quando iniciei esta pesquisa, cheguei a colocar a era do reinado de cada rei, o ano do início do reinado e o ano do fim, mas pesquisando em várias Bíblias, verifiquei, que naquelas tabelas de estudos, onde estão as datas, conferindo uma com outra, encontrei muitas divergências. Então, preferi colocar, somente o que está na Bíblia. Tenho sempre o cuidado, de não escrever nenhuma informação, que venha trazer confusão, ou que eu não possa provar perante a Bíblia. Assim sendo, realizei através da Bíblia esta pesquisa.

Estou dando esta informação, porque tenho muita preocupação, com aquilo que escrevo, referente as Escrituras Sagradas. Peço a todos que tiverem acesso a esta pesquisa, que não se deixem confundirem com alguns detalhes; exemplo: tem nomes parecidos e repetidos, tive o cuidado em colocar as referências Bíblicas, para não ficar nenhuma dúvida. Existem nomes na Bíblia que são repetidos e parecidos. Reis de Judá, Reino Sul, com os mesmos nomes de reis de Israel. Reino Norte. Atenção para este detalhe. Tem reis com mais de um nome, sendo a mesma pessoa. Tem data de reinado que difere de um livro para outro livro. Exemplo o rei Uzias. Não vivemos naquela época, portanto, lemos e cremos na Poderosa Palavra de Deus através da fé.Todo trabalho de pesquisa, é muito interessante, mas quando não podemos provar através da Bíblia Sagrada, devemos reservarmo-nos de afirmação duvidosa. Elas na verdade são de muito valia para o nosso conhecimento, mas é preciso ter todo o cuidado, de não abolir a Bíblia e ficarmos firmados em pesquisas (que não conferem com a bíblia) Você sempre vai encontrar nos meus estudos, um alerta: CUIDADO, não fuja da verdade; a Palavra de Deus. Portanto, todo estudo é muito interessante, para nos ajudar no entendimento, mas a verdade, a base, o fundamento, não pode fugir das Escrituras Sagradas.

É muito bom, você conhecer um pouco mais, sobre os reis e profetas, homens a quem Deus escolheu, ungiu, confiou, para reinar e profetizar em Judá Reino Sul e Israel Reino Norte, porém alguns não corresponderam segundo o propósito de Divino.

Deus te abençoe, e busque conhecer mais a Palavra de Deus, sob a unção do Espírito Santo.

Lembre-se: II Coríntios 3.6

Palavras do Apóstolo Paulo: O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito, porque a letra mata, e o Espírito vivifica.

ANTES DA DIVISÃO , O REINO ERA UNIDO

Nome

Era a. C.

Nome

Era a. C.

Nome

Era a. C.

Reinado de Saul

1.050 a 1.010.

Reinado de

Davi

1.010 a 970

Reinado de

Salomão

970 a 931

A história de Israel

Deus chamou Israel para ser seu povo escolhido. Ele os desviou da adoração de ídolos e lhes mostrou a verdade. Os israelitas experimentaram muitos altos e baixos como povo. Foram forçados à escravidão no Egito, mas Deus os resgatou. Foi uma nação bem sucedida sob o comando do Rei Davi, mas quando os reis subseqüentes desobedeceram as leis de Deus, toda a nação foi punida. O povo de Israel foi conquistado por muitos grupos de pessoas, incluindo assírios, babilônios, persas e romanos. Entretanto, mesmo quando Deus permitiu que Israel fosse conquistado por essas outras nações, nunca os esqueceu e foi sempre misericordioso para com eles

O Reino Dividido - Após a morte de Salomão - REINO NORTE - ISRAEL - 10 TRIBOS

Rubem - Simeão - Dã - Naftali - Gade - Aser - Issacar - Zebulom - Efraim e Manasses

REIS QUE REINARAM EM ISRAEL- REINO NORTE - ISRAEL

01-Jeroboão I - Reinou 22 anos I Reis 14.20 - Filho de Nebate - I Reis 11.26 - Jeroboão intercede pelo povo ao rei Roboão - I Rs.12.12. As dez tribos seguem Jeroboão - I Rs.12.16-25 - Jeroboão fez dois bezerros de ouro, para Israel adorar, colocou um em Dã e outro em Betel - I Reis 12. 28-30. A idolatria de Jeroboão - I Reis 12.26-33 Um profeta prediz contra o altar - I Rs.13 - O profeta Aias prediz a ruína da casa de Jeroboão, I Rs.14.1-20 - Hove guerra entre Roboão e Jeroboão todos os dias I Reis 15.6

A CONSEQUÊNCIA DOS 2 ALTARES E DOS 2 BEZERROS DE OURO, CONSTRUÍDOS POR JEROBOÃO LEVOU ISRAEL PARA O CATIVEIRO - RESULTADO DA IDOLATRIA

02 - Nadabe - Reinou dois anos - I Reis 15.25 - Filho de Jeroboão I - I Reis 14:20 - Fez o que parecia mal aos olhos do Senhor I Reis 15.26-31

03 - Baasa - Reinou 24 anos I Reis 15.33 - Filho de Aías - I Reis 15.33-34

E fez o que era mal aos olhos do Senhor - I Reis 15.34 - Jeú profetiza contra Baasa - I Reis 16.1-7

04 - Elá - Reinou dois anos I Reis 16.8 - Filho de Baasa I Reis 16: 6 - Zinri mata Ela - Assim destruiu Zinri toda a casa de Baasa, conforme a palavra do Senhor que falara pelo ministério do profeta Jeú, sobre Baasa. E por todos os pecados de Baasa, e os pecados de Ela, seu filho, com que pecaram e com que fizeram pecar a Israel, irritando ao Senhor, Deus de Israel com as suas vaidades. I Reis 16.9-14

05 - Zinri - Reinou apenas 7 dias - I Reis 16.15 - Servo de Elá - I Reis 16.9-10 - Zinri assassino de Ela - I Reis 16.10 Zinri conspirou contra Ela - I Reis 16.8-20 - Assim destruiu Zinri toda a casa de Baasa, conforme a palavra do Senhor que falara pelo ministério do profeta Jeú, sobre Baasa. E por todos os pecados de Baasa, e os pecados de Ela, seu filho, com que pecaram e com que fizeram pecar a Israel, irritando ao Senhor, Deus de Israel com as suas vaidades. Zinri refugiou-se na parte interior do palácio, pôs-lhe fogo, e pereceu nas chamas. I Reis 16.18 - Fez mal aos olhos do Senhor, fazendo pecar a Israel- I Reis 16.19.

06 - Onri - Reinou 12 anos - I Reis 16.23 - Pai de Acabe I Reis 16. 28 - O povo o fez rei sobre Israel - I Reis 16.16-17 Onri comprou de Semer o Monte de Samaria edificou a cidade e a chamou de Samaria - I Reis 16.24. E fez Onri o que era mal aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele - I Reis 16.21-28

07 - Tibni - Não diz o tempo - Filho de Ginate - I Reis 16.21-22

08 - Acabe - Reinou 22 anos I Reis 16.29 - Filho de Onri - I Reis 16.28-30 - Fez o que era mal aos olhos do senhor, mais do que todos que foram antes dele - I Reis 16.30 - Casou-se com Jezabel, mulher idólatra, filha de Etbaal, rei dos sidônios, edificou altar ao deus Baal e o serviu. I Reis 16.30.33 - Você pode ler toda a história do rei Acabe, e de sua mulher Jezabel, como eles foram maus, perversos e idólatras, em: I Reis capítulos 17 ao cap. 21. Cap. 22.1-40 II Crônicas 18.1-34.

09 - Acazias - Reinou 2 anos I Reis 22.52 - Filho de Acabe - I Reis 22.40 - II Reis 1. 1-18 - E fez o que era mau aos olhos do SENHOR; porque andou nos caminhos de seu pai, como também nos caminhos de sua mãe, e nos caminhos de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel. E serviu a Baal, e se inclinou diante dele, e indignou ao SENHOR, Deus de Israel, conforme tudo quanto fizera seu pai. I Reis 22.52-54 - Acazias caiu pelas grades de um quarto alto, buscou socorro em Baal-Zebute, adoeceu e morreu - II Reis 1.2-18.

10 - Jorão - Reinou 12 anos - II Reis 3.1 - II Reis 1.17 - Jorão-Irmão de Acazias e também filho de Acabe - II Reis 3.1 - II Reis 8.16 - II Reis 8.25-29 - E fez o que era mau aos olhos do senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe; porque tirou a estátua de Baal, que seu pai fizera. Contudo, aderiu aos pecados de Jeroboão, filho de Nebate- que fizera pecar a Israel; não se apartou deles - II Reis 3. 2-3 - Pediu ao rei de Judá Josafá para ir com ele à guerra contra os moabitas - II Reis 3.5-27 - Jeú mata Jorão

II Reis 9.14-25

11 - Jeú - Reinou 28 anos - II Reis 10.36 - Filho de Josafá - II Rei 9.2 - ungido rei por Eliseu - II Reis 9,1-6 - Jeú extermina a casa do rei Acabe - II Reis 10.1-14 - Jeú encontra a Jonadabe e mata os servos de Baal - II Reis 10.15-30 Jeú não se apartou de seguir os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel, a saber, dos bezerros de ouro, que estavam em Betel e em Dã. Não teve cuidado de andar com todo o coração na lei do Senhor, Deus de Israel, nem se apartou dos pecados de Jeroboão que fez pecar a Israel - II Reis 10 29- 31.

12 - Jeoacaz - Reinou 17 anos - II Reis 13.1 - filho de Jeú - II Reis 13.1 - II Reis 10.35 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor; porque seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel; não se apartou deles. Pelo que a ira do Senhor se acendeu contra Israel, o qual os deu na mão de Hazael, rei da Síria, e na mão de Bem-Hadade, filho de Hazael, todos aqueles dias - II Reis 13.2-9 - Jeoacaz suplicou diante da face do senhor, e o Senhor o ouviu; pois viu a opressão de Israel, porque os oprimia o rei da Síria - II Reis 13.4

13 - Jeoás - Reinou 16 anos - II Reis 13.10 - filho de Jeoacaz - II Reis 13.9 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor; não se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel, porém andou neles - II Reis 13.11 - Morte de Jeoás - II Reis 13.13

14 - Jeroboão II - Reinou 41 anos II Reis 14.23 - Filho de Jeoás - II Reis 14.23 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor; nunca se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel.

II Reis 14.24 - Jeroboão pelejou e reconquistou Damasco e Hamate, pertencentes a Judá - II Reis 14.25-29

15 - Zacarias - Reinou 6 meses - II Reis 15.8 - Filho de Jeroboão II - II Reis 14:29 II Reis 15.8 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor, como tinham feito seus pais; nunca se apartou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel - II Reis 15.9 - Salum, filho de Jabes, conspirou contra ele, e o feriu diante do povo, e o matou, e reinou em seu lugar - II Reis 15.10-11.

16-Salum - Reinou um mês inteiro - II Reis 15.13 - filho de Jabes - II Reis 15.10 e 13 - Menaém, filho de Gadi, subiu de Tirza, e veio a Samaria, e feriu a Salum, filho de Jabes, em Samaria, e o matou, e reinou em seu lugar - II Reis 15.14-15

17 - Menaém - Reinou 10 anos - II Reis 15.17 - Filho de Gadi - II Reis 15.14,17 - Então, Menaem feriu a Tifsa e todos os que nela havia, como também seus termos desde Tirza, porque não lha tinham aberto; e os feriu, pois, e todas as mulheres grávidas fendeu pelo meio- II Reis 15.16 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor; todos os seus dias se não apartou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel - II Reis 15.18 - Menaém tirou de Israel mil talentos de prata e deu a Pul, rei da Assíria para unir-e ao rei - II Reis 15.19-20 - Morte de Menaém

II Reis 15.21-22

18 - Pecaías - Reinou 2 anos - II Reis 15.23 - filho de Menaém - II Reis 15.23 - E fez o que era mal aos olhos do

Senhor; nunca se apartou dos pecados de Jeroboão, filho e Nebate, que fez pecar a Israel - II Reis 15.24 - E Peca, filho de Remalias, seu capitão, conspirou contra ele e o feriu em Samaria, no paço da casa do rei, juntamente com Argobe e com Arié; e com ele estavam cinqüenta homens dos filhos dos gileaditas e o matou e reinou em seu lugar - II Reis 15.25-26.

19 - Peca - Reinou 20 anos - II Reis 15.27 - filho de Remalias - II Reis 15.25 - Isaías 7.1,4 - E fez o que era mal aos

olhos do Senhor; nunca se apartou dos pecados de Jeroboão, filho e Nebate, que fez pecar a Israel

II Reis 15.28-29 - Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Pileser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, e AbelBeteMaaca, e a Janoa, e a Quedes, e a Hazor, e a Gileade, e à Galiléia, e à toda a terra de Naftali, e os levou para a Assíria - II Reis 15.29 - E Oséias, filho de Elá, conspirou contra Peca, filho de Remalias, e o feriu,e o matou, e reinou em seu lugar, no vigésimo ano de Jotão, filho de Uzias - II Reis 15.30-31 - Ora, o mais dos atos de Peca e tudo quanto fez, eis que estão escritos no livro das Crônicas dos Reis de Israel - II Reis 15.31.

20 - Oséias - Reinou 9 anos - II Reis 17.1 - Filho de Elá - II Reis 15.30 - II Reis 17.1 - E fez o que era mal

aos olhos do Senhor; contudo, não como os reis de Israel que foram antes dele. II Reis 17.2 - Depois de reinar 9 anos, Assíria levou Israel para o Cativeiro - No ano nono de Oséias, o rei da Assíria tomou a Samaria, e transportou a Israel para a Assíria, e fê-los habitar em Hala e em Habor, junto ao rio Gozã, e nas cidades dos medos. E sucedeu assim por os filhos de Israel pecarem contra o SENHOR, seu Deus, que os fizera subir da terra do Egito, de debaixo da mão de Faraó, rei do Egito; e temeram a outros deuses - II Reis 17.15-23 - E rejeitaram os seus estatutos e o concerto que fizera com seus pais, como também os testemunhos com que protestara contra eles; e andaram após a vaidade e ficaram vãos, como também após as nações que estavam em roda deles, das quais o SENHOR lhes tinha dito que não fizessem como elas. 16 E deixaram todos os mandamentos do SENHOR, seu Deus, e fizeram imagens de fundição, dois bezerros; e fizeram um ídolo do bosque, e se prostraram perante todo o exército do céu, e serviram a Baal. 17 Também fizeram passar pelo fogo a seus filhos e suas filhas, e deram-se a adivinhações, e criam em agouros; e venderam-se para fazer o que era mal aos olhos do SENHOR, para o provocarem à ira.18 Pelo que o SENHOR muito se indignou contra Israel e os tirou de diante da sua face; nada mais ficou, senão a tribo de Judá. 19 Até Judá não guardou os mandamentos do SENHOR, seu Deus; antes, andaram nos estatutos que Israel fizera. 20 Pelo que o SENHOR rejeitou a toda semente de Israel, e os oprimiu, e os deu nas mãos dos despojadores, até que os tirou de diante da sua presença. 21 Porque, depois que o Senhor rasgou a Israel da casa de Davi, e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, Jeroboão apartou a Israel de seguir o SENHOR e os fez pecar um grande pecado. 22 Assim, andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha feito; nunca se apartaram deles. 23 Até que o SENHOR tirou a Israel de diante da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim, foi Israel transportado da sua terra à Assíria, onde permanece até ao dia de hoje - II Reis 17.6-7

A QUEDA DE SAMARIA - REINO NORTE - ISRAEL SE DEU EM 722 a. C.

O Reino Norte é derrotado e levado cativo para Assíria, por Salmaneser, rei da Assíria em 722 a.C

II Rs.17.3-6 - II Rs.18.9-12 - Aproximadamente 208 anos após a divisão do Reino Unido.

136 anos após a queda de Samaria , Reino Norte - Judá, o Reino Sul foi derrotado e levado cativo para Babilônia por Nabucodonosor 586 a.C (aproximadamente 344 anos após a divisão do Reino)

Relato em II Rei 24.1-20 - II Reis 25.1-22 - II Crônicas 36.5-21

Comentário do Dicionário John D. Davis - Assim o reino Norte foi para o cativeiro, não foi pelas iniqüidades de Oséias; o copo da iniqüidades de Israel vinha-se enchendo havia séculos. Os pecados de Oséias foram a última gota que fez transbordar.

Comentário: Após este estudo, devemos refletir:

1- De quem e quais os conselhos estamos seguindo? 2 - Estamos tirando as imundícias da Casa do Senhor, ou fingindo que não estamos vendo? 3 - Diante dos “ídolos Asera”, “Baal” e tantos outros, como estamos procedendo? Por eles estarem no meio de nossa família, vamos aceitá-lo ou destruí-lo? 4 - Qual a biografia que estamos deixando escrita, referente aos nossos atos, perante Deus, a Igreja e a família? 5 - Será que estamos sendo fiéis com o ministério que o Senhor Jesus colocou em nossas mãos? 6 - Aqueles talentos preciosos que o Senhor Jesus confiou a nós, o que estamos fazendo? Enterrando-os? Ou multplicando-os?

O rei Salomão, introduziu o culto idólatra em Israel - I Reis 11.1-3

Jeroboão induziu Israel a praticar a Idolatria, construindo dois altares, cultuando dois bezerros de ouro, um em Dã e outro em Betel - I Reis 12.26-30 - Resultado, Israel foi para o cativeiro, e lá permaneceu por 70 anos. O rei Asa aboliu a idolatria, renovou o pacto do Senhor e destruiu o horrível ídolo Asera que sua mãe ou avó adorava - Asera - I Reis 15.13 - O rei Ezequias mandou purificar o templo, estabeleceu o culto de Deus, celebrou a Páscoa e organizou as turmas dos sacerdotes e levitas. II Reis 18

Os relâmpagos continuam a riscar os céus, o som do trovão ainda estamos ouvindo, a buzina tem sido tocada, é a Palavra de Deus sendo pregada, e o nosso altar, está fumegando? Assim foi no Monte Sinai, quando Deus com o seu dedo, escreveu os 10 mandamentos, houve relâmpago, trovão e o Monte fumegava - Êxodo 20.18 - Deut. 9.10

Irmão amados, lembremos do silêncio de Jesus na cruz, só se ouviu o rasgar do véu a natureza gritou; a terra tremeu, fenderam-se as pedras, os sepulcros foram abertos, houve trevas sobre a terra; Mt.27.51 –Mc. 15.23.

EU E VOCÊ PRECISAMOS TOCAR A TROMBETA - ROMPER ESTE SILÊNCIO.

BREVE JESUS VOLTARÁ!

O Reino Dividido - Após a morte de Salomão 930 a.C

REINO SUL - JUDÁ E BENJAMIM

01 - Roboão - Reinou 17 anos - I Reis 14.21 - Filho de Salomão - I Reis 14.21 - Roboão causa separação entre as 12 tribos - I Reis 12.1-23 - II Crônicas 10.1-19 - A impiedade de Roboão - I Reis 14.21-30 - Deus proíbe fazer guerra contra as dez tribos - II Crônicas 11.1-12 - Deus castiga Roboão por causa da idolatria - II Crônicas 12.1-15 Morte de Roboão - I Reis 14.31 - II Crônicas 12.16.

02 - Abias - Reinou 3 anos - II Crônicas 13.2 - I Reis 15.1-2 - filho de Roboão - I Reis 14.31- II Crônicas 12.16 Abias imita a impiedade de Roboão seu pai - I Reis 15.1-7 - Abias reina e peleja contra Jeroboão - II Crônicas 13.1-22 Morte de Abias - II Crônicas 14.1 - I Reis 15.8 - Andou em todos os pecado que seu pai tinha cometido antes dele; e seu coração não foi perfeito para com Deus,como o coração de Davi seu pai - I Reis 15.3.

03 - Asa - Reinou 41 anos - I Reis 15.9 -10 - II Crônicas 16.13 - filho de Abias - I Reis 15.8-II - Crônicas 14.1 - Asa reina e vence a Zerá, o etíope - II Crônicas 14.1-15 - Asa é bom rei sobre Israel - I Reis 15.1-23 - Asa e o rei da Síria pelejam contra Baasa - II Crônicas 16.1-11 - Destruiu o ídolo Asera que Maaca, sua mãe ou avó adorava –

I Reis 15.9-13 - Asa abole a idolatria e renova o pacto do Senhor - II Crônicas 15.1-19 - Fez o que era reto aos olhos do Senhor, como Davi seu pai - I Reis 15.11 - Asa adoeceu e não buscou a Deus na sua enfermidade

II Crônicas 16.12 - Morte de Asa - II Crônicas 16.13-14 - I Reis 15.24 - Geração do rei Asa - Abraão, Isaque, Jacó, Judá - Perez - Esrom - Arão (não é o irmão de Moisés) Aminadabe, Naasom,Salmom, Boaz, Obede, Jessé, Davi, Salomão, Roboão, Abias, e Asa - a 17ª geração depois de Abrão.

Esforça-te, leia até ao fim este estudo - Deus quer falar com você - É preciso destruir o ídolo Asera

04 - Josafá - Reinou 25 anos - I Rs. 22.42 - II Cr. 20.31 - filho de Asa - II Cr.16.13-14 - II Cr.17.1 - I Rs.15.24 - I Rs. 22.41 - Acabe, rei de Israel, faz aliança com o rei Josafá - I Reis 22.1-40 - II Crônicas 18.1-27 - Josafá e o seu cuidado em instruir o povo - II Crônicas 17.1-19 - A guerra contra Ramote-Gileade e morte de Acabe - II Cr. 18.28-34.O profeta Jeú repreende a Josafá - II Crônicas 19.1-11 - Deus concede a Josafá vitória sobre os seus inimigos II Crônicas 20.1-37 - E andou em todos os caminhos de Asa, seu pai, não se desviou deles, fazendo o que era reto aos olhos do Senhor - I Reis 22.43 - II Crônicas 20.32 - O reinado de Josafá e a sua morte - I Reis 22.41-52 II Crônicas 21.1.

05 - Jeorão ou Jorão - Reinou 8 anos - II Crônicas 21.5,20 - II Reis 8.17- filho de Josafá II Reis 8.16 - II Crônicas 21.1 Em I Reis 22.51 - lê-se Jorão - O reinado de Jeorão - II Reis 8.16-23 - Impiedade de Jeorão - II Crônicas 21.1-17 - O Senhor o feriu com uma enfermidade incurável. Morreu sem deixar de si saudades - II Crônicas 21.18-20. Morte de Jeorão II Reis 8.24 - Jeorão foi mal. Matou todos os seus irmãos a espada, como também alguns dos príncipes de Israel II Crônicas 21.4 - Ele também fez altos nos montes de Judá, e fez com que se corrompessem os moradores de Jerusalém, e até a Judá impeliu a issoII Crônicas 21.11 - E andou nos caminhos dos reis de Israel, como fazia a casa de Acabe; porque tinha a filha de Acabe por mulher e fazia o que era mau aos olhos do Senhor. II Crônicas 21.6

06 - Acazias - Reinou um ano - II Reis 8.26 - II Crônicas 22.2 - Filho de Jeorão - II Crônicas 22.1 - II Reis.8.24-25 Acazias rei de Judá - II Reis 9.29 - E os moradores de Jerusalém fizeram rei a Acazias, seu filho mais moço, em seu lugar, (de Jeorão), porque a tropa que viera com os arábios ao arraial tinha matado a todos os mais velhos; e assim reinou Acazias, filho mais novo de Jeorão rei de Judá. Também andou nos caminhos da casa de Acabe, porque sua mãe era sua conselheira, para proceder impiamente. E fez o que era mal aos olhos do Senhor, como a casa de Acabe, porque eles eram seus conselheiros depois da morte de seu pai (Jeorão) para sua perdição- II Crônicas 22.1,3-4 - O Reinado de Acazias - II Reis. 8.25-29 - Acazias reina e é morto por Jeú - II Cr. 22.1-10 II Reis 9.16-28.

07 - Atália - Reinou 6 anos - II Reis 11.3 - II Crônicas 22.12 - Mãe do rei Acazias - II Reis 11.1 - II Crônicas 22.10 - A rainha Atalia manda matar a família real - II Crônicas 22.10-12 - Morte de Atália - II Reis 11.1-21 - II Crônicas 23.12-15 - II Crônicas 23.21 - Foi uma rainha má e vingativa - Destruiu toda a descendência real - II Reis 11.15-18 - Após a morte de Atália, o povo da terra entrou na casa de Baal, e a derribaram, como também os seus altares e as suas imagens totalmente quebraram, e a Matã, sacerdote de Baal mataram perante os altares; então o sacerdote pôs oficiais sobre a Casa do senhor. II Crônicas 23.17-19 - Atalia foi uma mulher idólatra - Porque, sendo Atalia ímpia, seus filhos arruinaram a Casa de Deus e até todas as coisas sagradas da Casa do Senhor empregaram em baalins (plural de Baal) - II Crônicas 24.7

08 - Joás - Reinou 40 anos II Crônicas 24.1 - II Reis 12.1 - Filho de Acazias - II Reis 11.2 - II Reis 13.1 II Crônicas 22.11 - Joás começou a reinar com sete anos - II Crônicas 24.2 - II Reis 11.21 - Joás escapou de ser morto por Atália, porque Jeoseba, filha do rei Jeorão o escondeu - II Reis 11.2 - II Crônicas 22.11 - Joãs manda reparar o templo - II Reis 12.1-21 - II Crônicas 24.1-16 - II Crônicas 24.17-22 - juízo de Deus sobre Joás - II Crônicas 24.23-27 - E fez Joás o que era reto aos olhos do Senhor, todos os dias do sacerdote Joiada - II crônicas 24.2 - A idolatria de Joás - Porém, depois da morte de Joiada, vieram os príncipes de Judá e prostraram-se perante o rei; e o rei os ouviu. E deixaram a Casa do SENHOR, Deus de seus pais, e serviram às imagens do bosque e aos ídolos; então, veio grande ira sobre Judá e Jerusalém por causa desta sua culpa. Porém enviou profetas entre eles, para os fazer tornar ao SENHOR, os quais protestaram contra eles; mas eles não deram ouvidos. E o Espírito de Deus revestiu a Zacarias, filho do sacerdote Joiada, o qual se pôs em pé acima do povo e lhes disse: Assim diz Deus: Por que transgredis os mandamentos do SENHOR? Portanto, não prosperareis; porque deixastes o SENHOR, também ele vos deixará. E eles conspiraram contra ele e o apedrejaram com pedras, por mandado do rei, no pátio da Casa do SENHOR. Assim, o rei Joás não se lembrou da beneficência que Joiada, pai de Zacarias, lhe fizera; porém matou-lhe o filho, o qual, morrendo, disse: O SENHOR o verá e o requererá. II Crônicas 24.17-22 O juízo de Deus sobre Joás - II Crônicas 24.23-27

09 - Amazias - Reinou 29 anos - II Reis 14.2 - II Crônicas 25.1 - Filho de Joás - II Reis 12.21 - II Reis 14.1 II Crônicas 24.27 - E fez o que era reto aos olhos do Senhor, porém não com coração inteiro. Sucedeu, pois que, sendo-lhe o reino já confirmado, matou a seus servos que feriram o rei seu pai - II Crônicas 25.2-3 - Amazias mata os matadores de seu pai - II Reis 14.5-18 - Amazias vence os edomitas - II Crônicas 25.5-13 - Deus castiga Amazias por causa da idolatria - II Crônicas 25.14-26 - Morte de Amazias - II Crônicas 25.27-28 - Morte de Amazias - II Reis 14.19-20.

10 - Uzia ou Azarias - Reinou 52 anos - II Reis 15.1-2 - Em II Crônicas 26.3, diz que ele reinou 55 anos - Filho de Amazias - II Reis 14.21-22 - II Reis 15.1 - II Crônicas 26.1 - É chamado de Azarias - II Reis 15.1-7 - Uzias o mesmo Azarias- Confira pelo nome da mãe, é a mesma pessoa, portanto é o mesmo rei - II Crônicas 26.3 - Era Uzias da idade de dezesseis anos quando começou a reinar e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Jecolias, de Jerusalém - II Reis 15.1-2 - No ano vinte e sete de Jeroboão, rei de Israel, começou a reinar Azarias, filho de Amazias, rei de Judá. Tinha dezesseis anos quando começou a reinar e cinqüenta e dois anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Jecolias, de Jerusalém. Uzias ou Azarias reina e prospera - II Crônicas 26.1-15 - Azarias ou Uzias- fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Amazias seu pai, porém morreu leproso - Uzias é atacado de lepra - II Crônicas 26.16-23 - II Reis 15. 1-7 - E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo que fizera Amazias seu pai. Porque deu-se a buscar a Deus nos dias de Zacarias, sábio nas visões de Deus; e, nos dias em que buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. II Crônias 26.4-5 - Uzias morreu leproso, porque exaltou-se o seu coração, até se corromper. Entrou no templo para queimar incenso no altar do incenso. Isto não era para ele fazer, e sim os sacerdotes. II Crônicas 26.16-23.

11 - Jotão - Reinou 16 anos - II Reis 15.32-33 - II Crônicas 27.1,8 - filho de Uzias - II Crônicas 26.23 - II Reis 15.5-7

I Reis 15.32 - Jotão reina bem e vence os amonitas - II Crônicas 27.1-5 - E fez o que era reto aos olhos do Senhor, fez conforme tudo quanto fizera Uzias, seu pai. II Reis 15.34 - Assim se fortificou Jotão, porque dirigiu os seus caminhos na presença do Senhor, seu Deus - II Crônicas 27.6 - Morte de Jotão - IICrônicas 27.7-9 - II Reis 15.38

12 - Acaz - Reinou 16 anos - II Reis 16.1-2 - II Crônicas 28.1 - Filho de Jotão - II Reis 15.38 - II Crônicas 27.9 - Tinha Acaz vinte anos de idade quando começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém, e não fez o que era reto aos olhos do SENHOR, seu Deus, como Davi, seu pai. 3 Porque andou no caminho dos reis de Israel e até a seu filho fez passar pelo fogo, segundo as abominações dos gentios, que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel. 4 Também sacrificou e queimou incenso nos altos e nos outeiros, como também debaixo de todo arvoredo II Reis 16.2-4 - Acaz sebmeteu-se ao domínio do rei da Assíria, dizendo: Eu sou teu servo, tomou o ouro e a prata na Casa do senhor e mandou de presente ao rei da Assíria. II Reis 16.7-9 Acaz copiou o altar de Damasco e mandou o modelo para o sacerdote Urias fazer, tirou o altar de cobre que estava perante o Senhor - II Reis 16.10-19 - Acaz é ímpio, e os siros afligem-no - II Crônicas 28.1-15 - Acaz busca o socorro dos reis da Assíria e não o acha - II Crônicas 28.16-26 - E ajuntou Acaz os utensílios da Casa de Deus, e os fez em pedaços, e fechou as portas da Casa do SENHOR, e fez para si altares em todos os cantos de Jerusalém. II Crônicas 28.24 - II Reis 16.10-19 - morte de Acaz - Morte de Acaz- II Reis 16.20 - II Crônicas 28.27.

13-Ezequias - Reinou 29 anos- II Crônicas 29.1 - Filho de Acaz - II Crônicas 28.27 - II Reis 16.20 - E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo quanto fizera Davi, seu pai II Crônicas 29.2 - Ezequias estabelece o culto do Senhor - II Reis 18.1-12 - No reinado de Ezequias, o rei da Assíria invade Judá II Reis 18.13-37 - Ezequias ora na Casa do Senhor - II Reis 19.1-19 - Ezequias manda purificar o templo II Crônicas 29.1-11 - Os levitas purificam o Templo - II Crônicas 29.12-19 - Ezequias manda purificar o templo,fala aos levitas: Santificai-vos agora, santificai a Casa do Senhor e tirai do santuário a imundícia - II Crônicas 29.5 - II Crônicas 30.1-27 - Ezequias restabelece o culto de Deus II Crônicas 29.20-36 - II Reis 18.1-12 - Ezequias convida o povo a vir a Jerusalém para celebrar a páscoa - II Crônicas 30.1-27 - Ezequias ora na Casa do Senhor - II Reis 19.1-19 - O profeta Isaías conforta o rei Ezequias - II Reis 19.20-34 - Deus fere os assírios e livra Judá - II Reis 19.35-37 - Ezequias adoece II Reis 20.1-11 - Isaías 38.1-5 - O orgulho de Ezequias - Isaías 39.1-8 - A embaixada do rei de babilônia II Reis 20.12-20 - Ezequias regula as turmas dos sacerdotes e levitas - II Crônicas 31.2-21 - Senaqueribe invade Judá, e Deus destrói o seu exército - II Crônicas 32.1-23 - Doença e morte de Ezequias - II Crônicas 32.24-33 - Morte de Ezequias - II Reis 20-.21.

14 - Manassés - Reinou 55 anos - II Crônicas 33.1 - II Reis 21.1 - Filho de Ezequias II Crônicas 32.33 - II Reis 20.21

A impiedade de Manasses e as ameaças de Deus - II Reis 21.1-17 - Morte de Manasses - II Reis 21.18 - A idolatria de Manasses - II Crônicas 33.1-10 - O cativeiro de Manasses, sua oração e morte - II Crônicas 33.11-20

15 - Amom - Reinou 2 anos - II Crônicas 33:21- II Reis 21.19 - Filho de Manassés - II Reis 21.18 - II Crônicas 33.20 .Este não é o Amom descendente dos moabitas - Amom é um mau rei, e os seus servos o matam - II Reis 21.19-26 - O reinado de Amom e a sua impiedade - II Crônicas 33.21-25 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor, como havia feito Manasses, seu pai, porque Amom sacrificou a todas as imagens de escultura que Manasses, seu pai, tinha feito e as serviu. Mas não se humilhou perante o Senhor, como Manasses, seu pai, se humilhara; antes, multiplicou Amom os seus delitos. II Crônicas 33.22-23

16 - Josias - Reinou 31 anos – II Reis 22.1 - II Crônicas 34.1 - Começou a reinar com 8 anos de idade II Crônicas 34.1 - II Reis 22.1 - Filho de Amom - II Reis 21.26 - II Crônicas 33.25 - Josias repara o templo - II Reis 22.1-7 Josias repara o templo, Hilquias acha o livro da Lei - II Crônicas 34.8-2 - Hulda, a profetisa prediz a ruína de Jerusalém - II Crônicas 34.22-28 - Josias convoca o povo à Casa do Senhor - II Crônicas 34.29-33 - Josias ajunta todo o povo e renova o pacto do Senhor - II Reis 23.1-14 - O altar de Betel é profanado e derribado - II Reis 23.15-20 - Josias abole a idolatria - II Crônicas 34.1-7 - A celebração da Páscoa - II Reis 23.21-28 - II Crônicas 35.1-19 - Josias provoca o rei do Egito e é morto - II Crônicas 35.20-27 - Morte de Josias - II Reis 23.29-30

17 - Joacaz - Reinou 3 meses em Jerusalém - Reis 23.31- II Crônicas 36.2 - Filho de Jozias - II Reis 23.30 II Crônicas 36.1 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizeram seus pais - II Reis 23.32 Porém Rafaó-Neco o mandou prender em Ribla, em terra de Hamate, para que não reinasse em Jerusalém; e à terra impôs a pena de cem talentos de prata e um talento de ouro - II Reis 23.33 - Também Faraó-Neco estabeleceu rei a Eliaquim, filho de Josias, em lugar de Josias, seu pai, e lhe mudou o nome em Jeoaquim; Porém a Joacaz tomou consigo, e veio ao Egito e morreu ali - II Reis 23.34 - Joacaz é levado cativo para o Egito - II Crônicas 36.1-4

18 - Jeoaquim - Reinou 11 anos - II Crônicas 36.5 - II Reis 23.36 - Filho de Josias - II Reis 23.34 - Irmão de Joacaz II Crônicas 36.4 - Seu 1º nome foi Eliaquim - II Reis 23.34 - II Crônicas 36.4 - E fez o que era mal aos olhos do Senhor,conforme tudo quanto fizeram seus pais - II Reis 24.37 - Nabucodonosor o amarrou em cadeias e o levou cativo para Babilônia, também alguns utensílios da casa do Senhor, levou Nabucodonosor. II Crônicas 36.6-7 - II Reis 24.1-5 - Final do reinado de Jeoaquim - II Crônicas 36.8 - Morte de Jeoaquim - II Reis 24.6

19- Joaquim - Reinou 3 meses - II Reis 24.8 - II Crônicas 36.9 - Filho de Jeoaquim - II Reis 24.6 - II Crônicas 36.8 Durante o reinado de Joaquim, o rei de Babilônia o levou cativo, transportou os utensílios da Casa do Senhor, os príncipes e os homens valorosos, e todos os carpinteiros e ferreiros;ninguém ficou, senão o povo pobre da terra. - Ler II Reis 24.8-17 - E, no decurso de um ano, o rei Nabucodonosor mandou que o levassem à Babilônia, como também os mais preciosos utensílios da Casa do Senhor, e pôs a Zedequias, seu irmão, rei sobre Judá e Jerusalém II Crônicas 36.10 - E o rei de Babilônia estabeleceu rei, em lugar de Joaquim, ao tio deste, Matanias, e lhe mudou o nome para Zedequias - II Reis 24.17.

20 - Zedequias - Reinou 11 anos em Jerusalém - II Reis 24.18 - II Crônicas 36.11 - Último rei de Judá - Seu 1º nome foi Matanias - Último rei de Judá - O rei de Babilônia mudou o seu nome para Zedequias - era tio de Joaquim II Reis 24.17 - E fez o que era mau aos olhos do Senhor, seu Deus; nem se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte do Senhor - II Crônicas 36.12 - Zedequias reina e é levado, com o seu povo,cativo para babilônia - II Reis 25.1-22 - II Crônicas 36.10-21 - No 9º ano do reinado de Zedequias, Nabucodonosor rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, e a cidade foi sitiada, arrombada, e Zedequias foi levado cativo para Babilônia. Seus filhos foram degolados, os olhos de Zedequias vazados, e ele foi atado com duas cadeias de bronze. Leia tudo isto e mais, em - II Reis 25 - II Crônicas 36.13-21 - QUEDA DE JERUSALÉM - (587-586)

Amado (a) irmão (ã), você que conseguiu ler até ao final esta pesquisa, saiba que Deus é amor, é longânimo e misericordioso, mas também é um Deus justo e zeloso, é um fogo que consome.

Deuteronômio 4.24 - Porque o SENHOR, teu Deus, é um fogo que consome, um Deus zeloso.

Israel e Judá tiveram muitas oportunidades para se consertarem, mas permaneceram na desobediência.

Assim, o Reino Norte - Israel, foi levado cativo para Assíria por Salmaneser, rei da Assíria em 722 a.C.

Judá, o Reino Sul, levado para o cativeiro em Babilônia, pelo rei Nabucodonosor em 587 a.C - permanecendo lá 70 anos, conforme profetizou o profeta Jeremias

Jeremias 25,12 - Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei da Babilônia, e esta nação, diz o SENHOR, castigando a sua iniqüidade, e a da terra dos caldeus; farei deles um deserto perpétuo.

Jeremias 29.10 - Porque assim diz o SENHOR: Certamente que, passados setenta anos na Babilônia, vos visitarei e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando-vos a trazer a este lugar.

Daniel 9.2 - no ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falou o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos.

Isto é o resultado da desobediência. CATIVEIRO

Deus usou o profeta Ezequiel, para falar ao vale de ossos secos, que Ele Deus,

ia restaurar Israel e Judá e unir novamente, após o cativeiro

Ezequiel, capítulo 37.19-23 - Tu lhes dirás: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Eis que eu tomarei a vara de José, que esteve na mão de Efraim, e as das tribos de Israel, suas companheiras, e as ajuntarei à vara de Judá, e farei delas uma só vara, e elas se farão uma só na minha mão.

20 E os pedaços de madeira sobre que houveres escrito estarão na tua mão, perante os olhos deles.

21 Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra.

22 E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos.

23 E nunca mais se contaminarão com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com as suas prevaricações; e os livrarei de todos os lugares de sua residência em que pecaram e os purificarei; assim, eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus

QUEDA DE JERUSALÉM - (Julho-587-586)

O CATIVEIRO E A RESTAURAÇÃO

ERA a. C

HISTÓRICO

PROFETA

587 a 586

Habitantes de Judá levados para a Babilônia

Daniel

539 a. C

Início do domínio persa

538 a. C

Ciro, Imperador da Pérsia, ordena a volta dos judeus

520 a. C

Início da reconstrução do Templo

445 a 443

Reconstrução das muralhas de Jerusalém

Para completar esta pesquisa, pretendo fazer um resumo de cada rei e de cada profeta. Farei um esforço, com a ajuda de Deus, se Ele permitir, isto farei.

Sei que tem livros contando a história de cada um, mas desejo extrair da Bíblia, para meu conhecimento e de todas as pessoas que desejarem participar comigo desta vitória.

Eu e minha família carecemos de suas orações.

DEUS TE ABENÇOE!

BREVE JESUS VOLTARÁ!

____________________________

NEUZA MARIA QUEIRÓZ BALDINI

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sábado, 1 de outubro de 2011

Reflexões sobre o Livro: Eram os deuses astronautas?


Reflexões sobre o Livro: Eram os deuses astronautas?

Eram os deuses astronautas?

Uma comunidade abordou o assunto do livro mas não aceitou minhas colocações sobre o pretexto de serem reflexos de minhas crenças. Ledo engano esse, e refletiu apenas ignorância por parte da pessoa, além de uma atitude discriminatória e uma visão tendenciosa.

Quem leu o livro Eram os deuses astronautas? sabe muito bem que o escritor Erich, faz suas interpretações próprias da Bíblia apenas para apoiar suas convicções. Mas ele também chega a ir além questionando o caráter de Deus. Ora, o que é isso se não uma invasão ao campo da teologia? Como pode alguém querer impedir que um teólogo se pronuncie contra tais interpretações?

Vamos agora ver quem quer que seja querer nos ensinar como devemos entender a Bíblia e ficarmos quietos mesmo sabendo que está errado? Se for assim, de igual forma ninguém deve questionar Israel e Siberman que levantaram suas pás contra a fé no Antigo Testamento simplesmente porque não somos arqueólogos.


Algumas observações sobre o que li

“Entretanto, esse trabalho de montagem no espaço será desnecessário em menos de duas décadas, porque será possível construir uma imensa astronave na Lua e dai lançá-la ao espaço.”

Acontece que já estamos em 2009, 41 anos depois, e as previsões do senhor Daniken não se cumpriram.

"Entretanto, embora tentem explicar, no próprio idioma dos selvagens, que ali não desceu deus algum, que nenhum ser mais alto, digno de adoração, os está visitando, tais explicações não surtem o menor efeito. Nossos incultos amigos simplesmente não lhes dão crédito.”

Considerando o fato de que o autor quer insinuar que o Deus da Bíblia também era apenas uma visão brutal dos primitivos homens, ele erra gravemente porque, se tem algo que o Deus da Bíblia deixa bem claro, é quem ele é, e como Deus ele exige exclusividade... (Ex 20:3-5; Dt 6:4).


"Os viajantes espaciais vieram das estrelas; obviamente, dispõem de inexcedível poder e são capazes de operar milagres espetaculares.”

Se é assim, eu gostaria de perguntar: Poderiam eles se manifestar em forma de fogo sem contudo queimar a árvore? Ex 3:2) Poderiam eles sobrenaturalmente ordenar a Moisés que enfiasse a sua mão no peito e ao tirar estar toda leprosa e depois inverter o processo? (Ex 4:6)Poderiam eles transformar um cajado em uma cobra? (Ex 4: 2-4). Poderiam eles fazer com que uma mulher estéril desse a luz sendo já avançada em idade, apenas com sua palavra? Esses são só alguns exemplos e duvido que os tais conseguissem fazer tais milagres, porque mesmo sendo astronautas com elevado conhecimento dentro do saber humano, ainda assim, faltariam a eles poderes sobrenaturais.


Algumas observações sobre o que li (2)

“Agora, que podemos desembarcar homens na Lua”
Apesar de muitos acreditarem nisso há quem creia que tal coisa não aconteceu. Curioso também é hoje temos uma tecnologia mais avançada, e nem assim vejo o homem ira a lua, por que?


“À mesma equipe deverá naturalmente juntar se uma turma de escafandristas, que procure no Mar Morto vestígios radioativos de uma eventual explosão atômica sobre Sodoma e Gomorra.”(...) “A mais ninguém admira que ela tenha sucumbido na hora. "O Senhor, porém, mandou chover enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra.”

Antes de tudo nenhum cientista se deu ao trabalho de procurar sinais de radiação no Mar Morto, provavelmente porque sabem, que tam radiação não exista, lá. Além disso, eu nunca ouvi falar que uma pessoa fica petrificada e ainda em forma de sal só por olhar uma explosão mesmo sendo atômica.

“Podemos ser religiosos como nossos avós, mas certamente somos menos crédulos. Não podemos imaginar, nem com a melhor das boas vontades, um Deus onipotente, onipresente e onibondoso, que esteja acima dos conceitos de tempo e, entretanto, não saiba o que acontecerá.”

Quem leu o livro sabe que o escritor está se referindo a destruição de Sodoma e Gomorra. Porém, qualquer um sabe perfeitamente que se Deus não soubesse não teria adaiantado à Abraão o que aconteceria?!!!!!!( Gn 18:17).

“Deus criou o homem e ficou satisfeito com sua obra. Apesar disso, parece haver se arrependido mais tarde de seu feito, porque o mesmo Criador resolveu aniquilar o homem.”

Na verdade a palavra hebraica traduzida por “arrependeu-se” ( G: 6:7)
é linguagem antropomórfica, ou seja, uma forma humana de mostrar a indignação do Criador, assim como se usa palavras como “olho” “braço” “força” etc em relação a Deus. Não dever ser entendida como um arrependimento no mesmo sentido que tem para nós seres humanos, porque isso colocaria em xeque a sabedoria, a onisciência e outros atributos essenciais à divindade bíblica.

Algumas observações obre o que li (3)

"A nós, filhos de uma época esclarecida, também nos parece difícil pensar num pai extremamente bondoso que, entre inúmeros outros, prefira seus assim chamados 'filhos favoritos', como justamente a família de Ló.”

Isso é um questionamento do caráter e da justiça divina!!! Ora, como pode um ser humano que mal entende de suas leis, querer questionar o caráter e a justiça de Deus? E como podem alguém querer negar isso e ainda que nos calemos a respeito?

“ Uma das descrições mais originais dessas ocorrências foi nos legada pelo profeta Ezequiel: 'Aconteceu, no trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, quando eu me encontrava no Rio Chebar entre os exilados. Lá se abriu o céu...”

Errado! Em primeiro lugar tratava-se de uma visão, e isso ele não relatou como deveria. Em Ezequiel 1:1 ele diz: “se abriram os céus, e eu tive visões de Deus”. Em segundo lugar na Bíblia existe a questão literária, ou seja, que ela em alguns pontos não dever ser entendida literalmente, mas figurativamente ou simbolicamente. Nesse caso o leitor deve entender de forma simbólica e não, literal. Em terceiro lugar, Deus mesmo sendo onipresente, apareceu a algumas pessoas por meio da teofania, foi o que aconteceu no caso da sua visita a Abraão. (Gn 18) Para isso é preciso entender o conceito de trindade segundo a Bíblia sagrada!


Algumas observações sobre o que li (4)

"De modo algum exigia se tão somente incenso e sacrifícios animais! Então eu pergunto: porque eles exigiriam sacrifícios de animais?

NÃO DIZ ESTE MESMO ESCRITOR QUE ELES TINHAM MANTIMENTOS EM SUAS NAVES? SERIAM ALIMENTOS PARA ELES? SE ERAM PARA ALIMERTAR OS ASTRONAUTAS NÃO CREIO QUE FOSSE PRECISO PEDIR SACRIFICIOS, ATÉ O PORQUE, MATAR UM ANIMAL PARA SE ALIMENTAR SERIA UM DOS MENORES PROBLEMAS PARA AQUELES SOFISTICADÍSSIMOS SERES COM ARMAS PODEROZÍSSIMAS. ALÉM DISSO MUITA COISA FICA SEM EXPLICAÇÃO, COMO OS RITUAI CRIADOS, A NOÇÃO DE PECADO E DE CULPA E A NECESSIDADE DE EXPIAÇÃO PELOS PECADOS. PORQUE ELES INVENTARIMA RITUAIS ASSIM? POR QUE CRIARIAM UM DIA CHAMDO O DIA DA EXPIAÇÃO? ALÉM DESSAS, TEM PUTRAS PERGUNTAS? PORQUE DEUS EXIGIRIA FÉ? SE, COMO DIZ O ESCRITOR , NÃO ADIANTASSE NADA DIZER QUE NÃO ERAM DEUSES PORQUE ELES ENTÃO FARIAM QUESTÃO DE SE IDENTIFICAR COMO SE FOSSE DEUS E EXIGINDO EXCLUSIVIDADE? ESTARIAM OS ASTRONAUTAS INTRIGADOS UNS COM OS OUTROS AO PONTO DE NÃO QUERER QUE OS NATIVOS “ADORASSEM” OUTROS DEUSES? ESTARIAM ELES TÃO INTRIGADOS ENTE SI QUE CADA UM SE APRESENTOU COMO SENDO UM “DEUS DIFERENTE” E QUE NO FUTURO SE DARIA LUGAR A RELIGIÕES DIFERENTES?


Algumas observações sobre o que li (5)

“Muitas vezes, dos itens solicitados constam moedas”
Como os astronautas solicitariam moedas aos primitivos como sendo oferenda, se estas só foram inventandas no século VII d. c. em Lídia, na Turquia, ou seja, muitos séculos depois?
Se realmente os astronautas tivessem “voltado no tempo” e chegado a uma idade remota da terra, pois é isso o que o escritor está querendo dizer implicitamente, eles deveriam ser mais claros. Dizem que quando o homem chegou á lua deixou lá coisas que indicam que eles estiveram por lá( ou fez com que as pessoas pensassem que estiveram lá). Se os astronautas realmente tivessem conseguidos tal façanha, eles teriam sido mais claro, no sentido de deixarem vestígios ou informações precisas que não deixassem dúvidas. Eles também procurariam resolver vários problemas sérios que assolaram a humanidade como guerras genocídios, holocaustos etc. Não deixariam simplesmente templos e pirâmides cujas histórias estão envoltas em enigmas religiosos. Teriam tecnologia suficiente para deixar um aviso, ou uma informação clara dizendo que eles conseguiram no futuro voltar no tempo e ver a humanidade em sua época primitiva.

Em contrapartida, nós ainda preferimos acreditar nas evidências bíblicas que nos possibilitam crer em Deus.

Veja outras previsões do escritor:

Página 69 " Dentro de uns doze anos os primeiros homens descerão a Marte". ( Cap 3). Mas tal coisa não aconteceu.
Na página 169 ele afirma categoricamente que em 23-09-86 o homem iria a Marte,]maroon] Contudo, nem mesmo ainda em nossa época isso aconteceu.
Na página 250 ele fala da possibilidade de vida em Marte,
Porém, até hoje tal possibilidade não foi condirmada.

http://movv.org/2007/03/21/os-misterios-das-linhas-de-nazca-parte-12/

SE APARECER UMA MENSAGEM DIZENDO QUE A PÁGINA NÃO FOI ENCONTRADA, VOCÊ TERÁ QUE CÓPIAR O CÓDIGO A CIMA E COLAR EM SEU NAVEGADOR.

O texto acima não é de minha autoria foi Postado por Mr. Sun


sexta-feira, 1 de abril de 2011

A VERDADE SOBRE O DÍZIMO

A VERDADE SOBRE O DÍZIMO

O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, será que o Senhor Deus ainda exige que praticamos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois que o seu amado filho Jesus, se entregou a si mesmo em sacrifício vivo e pela aspersão do seu sangue na cruz nos remiu dos pecados. Vamos meditar na palavra, e conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado “dízimo”, que está sendo levado aos fieis de maneira distorcida, por muitos pregadores.
Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa:
Dízimo: A décima parte.
Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.
Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se Dízima. Mas, os pregadores pedem o dízimo, a confusão já começa por aí, não sabem o que querem e nem o significado do dízimo, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18, 19), o dízimo nunca foi dinheiro para os cofres das igrejas. Os dízimos aos levitas era exatamente dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e dos animais que nasciam em um determinado período. Alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:
Deuteronômio 14.24 a 27 – E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo.
Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, “Ele” instrui, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.
Portando amados, se o “dízimo” fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.
A palavra não deixa dúvida quanto ao dízimo da lei de Moisés, o qual nunca foi oferecido da forma que está sendo feito, porque o dízimo era consagrado ao Senhor. É profundamente lamentável o que está acontecendo, hoje o dízimo virou uma brincadeira, uma verdadeira farra nas igrejas, porque o dízimo não era dinheiro, mas sim, dez por cento da produtividade, para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não existe mais a personalidade representativa do levita entre nós.
Então alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 para justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. Isso não muda nada, a finalidade do dízimo continua sendo a mesma, ou seja, para produzir o sustento para os levitas.
Se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5 a 12 e Neemias 12.44 a 47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar os dízimos a casa do tesouro. A palavra diz: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?
Mantimento: Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.
Ainda em II Crônicas 31.13 a 19, a lei mencionava que o quinhão dos dízimos eram partilhados às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Hoje o dízimo está sendo totalmente distorcido da forma original para o qual o Senhor Deus o determinou. Está sendo direcionado para o líder da igreja ou à cúpula de uma organização religiosa, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não fora criado para assalariar dirigentes das igrejas ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco destinado a realizar obras missionárias ou mesmo para construir templos.
É inegável, ainda que o dízimo não tivesse sido abolido, hoje o homem estaria desvirtuando a finalidade para a qual lei o instituiu.
No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento com abundância. Pagava-se o dízimo, para receber recompensa das coisas materiais, mas Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço, pagou o preço de sangue para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.
No Evangelho de Cristo, “Ele” nos ensina que não precisamos mais pagar dízimo para garantir as necessidades cotidiana de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), a prioridade hoje é buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas (Mateus 6.25 a 33). E para receber a graça e as bênçãos do Senhor não precisamos pagar mais nada (Mateus 10.7 a 10). É “Ele”, quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25). Esta verdade sempre foi omissa pelos pregadores.
OS DÍZIMOS ANTES DA LEI
O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20 – Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22 – Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse, se em sua jornada fosse por “Ele” protegido e abençoado.
Em ambos os acontecimentos, não há registro na palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem os dízimos. Especificamente nesses casos, deu-se por uma iniciativa voluntária, espontânea, ou por voto, como forma de reconhecimento, agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas. Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-lo como regra geral de doutrina nas igrejas, com o propósito de receber bênçãos e salvação, como muitos pregadores fazem, coagindo e chantageando os fieis em nome do sacrifício do Senhor Jesus.
O DÍZIMO PELA LEI - Números 18.21, 24, 26 – O pagamento do dízimo teve ordenança, fazendo parte do contexto da lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
Deuteronômio 14.29 - Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
Está na palavra, o Dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de fazer caridade aos necessitados, hoje é empregado com outros fins, diverso daquele que o Senhor mandou.
Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem toda a renda dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é entre você e Deus (Mateus 6.1 a 4).
Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24), com a finalidade de manter os filhos de Levi que administrariam o ministério na tenda da congregação, o quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), disse o Senhor que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
As demais tribos de Israel dizimavam aos Levitas o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam propriedades na terra. Hoje, a situação está inversa, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar e em abundância de bens, para manter a mordomia desses, sob pretexto de ministrar a obra de Deus.
O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO - Marcos 16. 15 e 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
O Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que “Ele” deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem insiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo abolidas? Pregar a velha aliança, é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas de pesados fardos, escravizando os que buscam a liberdade, verdadeiros condutores cegos, porque o Senhor assim os declara (Mateus 15.14).
No Evangelho de Cristo “Ele” nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que “Ele” referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o Juízo, a misericórdia e a fé; deveis porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimasse, porque “Ele” disse que “Deveis fazer estas coisas”. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:
Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:
Mateus 5.17, 18 – Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
E verdadeiramente Ele cumpriu a lei. Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.
Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver, pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés, sendo abolido o Antigo e introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da salvação do Senhor Jesus Cristo.
O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, “Ele” disse: “Um novo mandamento vos dou” João 13.34. “Se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão” (Gálatas 2.21).
Em Mateus 5.20 disse Jesus: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma cumprir o ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, hipócritas, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A “Graça” do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.
A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se aos dízimos, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor. Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo deixou bem claro, que no Evangelho, não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.
A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS - Hebreus 7.5: “E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”.
Neste versículo, a palavra afirma que os sacerdotes Levitas recebiam os dízimos por ordem da lei de Moisés.
Hebreus 7.11 – “De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico, (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão”? (referindo-se a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).
Hebreus 7.12 – “Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei”.
Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor diz: “Que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei” (Hebreus 7.5), “Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei” (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), a palavra não deixa qualquer sombra de dúvida, que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente, mudou também a lei.
AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM - A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo do povo, vem incidir sobre o versículo 8 deste Capítulo, observem o porquê:
Hebreus 7.8 - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).
No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo disse que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimos homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: “Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá”. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender, que os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrerão os que assim procedem, tomando o dízimo do povo voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.
Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.
Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto.
Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo
CONSIDERAÇÕES FINAIS - No Evangelho de Cristo não há ordenança para se tomar o dízimo, ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite para isso. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria; para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria ate a metade de seus bens aos pobres, “Ele” não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9). Disse apenas: “Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.
Muitos saem em defesa do dízimo dizendo: “Mas o Dízimo é bíblico” (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: a circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8 a 13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. Tudo por ordem da lei de Deus que Moisés introduziu ao povo.
Então porque hoje, não cumprem a lei na íntegra, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.
O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é a grande divisão existente no tempo separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios 15.1, 2). Porém, hoje qualquer esforço para voltar a lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do cordeiro de Deus e reconstruir o muro por “Ele” derrubado (Efésios 2.13 a 15).
Apocalipse 5.9 - “...Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações”.
Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou dando o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: “Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens” (I Coríntios 7.23).
O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias. Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com esta pesada carga tributária, na maioria das vezes pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus, não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça do Senhor Jesus Cristo, o qual veio justamente para nos libertar do jugo da Lei.
Outra presunção é por parte dos que se beneficiam pelos dízimos, esses incorrem no erro ou por não terem competência e discernimento espiritual para entender que Cristo desfez a lei Mosaica na cruz, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente pela desobediência à palavra do Senhor.
Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, Cristo aboliu, com o seu próprio sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).
Gálatas 5.14 - Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bençao Associadas ao Batismo em Água

O Batismo em Água é um dos canais prescritos para recebermos as bênçãos divinas. É claro que isto depende de muitas coisas, as quais verificaremos abaixo. Assim falamos, isso porque o batismo em água é uma ordenança de Cristo (bem como também a Santa Ceia), à sua Igreja, logo, não é uma ordem "vazia", "sem valor", todavia, é um dos sinais simbólicos que evidenciam a nossa posição em Cristo Jesus. Uma das bênçãos associadas ao batismo em água, é principalmente o «Dom do Espírito Santo», isto é, o «falar em outras línguas». Por exemplo, por ocasião do batismo de Nosso Senhor Jesus, foram unidos «o batismo em água» com «o batismo no Espírito Santo». Vê-se que Jesus somente foi ungido com Espírito Santo, depois de ter sido batizado em água. Nisto se constitui com um dos padrões das bênçãos batismais no N.T.. O dom do Espírito Santo está intimamente associado com o batismo em água. Ao julgar pelos exemplos bíblicos, o dom do Espírito Santo era dado ao convertido, após o batismo em água: «Arrependei-vos, e cada de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo» (At 2.38). O que se vê aqui, é que o «arrependimento», «o perdão dos pecados» e «o batismo em água», são uma das condições prévias para o recebimento do dom do Espírito Santo. O dom do Espírito Santo no batismo confirma a Presença de Jesus Cristo no convertido. A incorporação no Corpo de Jesus Cristo é efetuada pelo batismo espiritual, simbolizada pelo batismo em água, e confirmada e selada pelo dom do Espírito Santo. Nisso, o falar em línguas, é a comprovação externa, do recebimento do dom do Espírito Santo (Atos 19.6). Veja bem, estamos falando do «Dom» do Espírito Santo, o falar em línguas, conforme é salientado por Paulo no capítulo 12 de 1 Coríntio, e não propriamente do Espírito Santo, o qual a pessoa recebe no ato da conversão. Mas em tudo isso, vale ressaltar de que embora o N.T. até certo ponto padronize o dom do Espírito Santo, com a prática do batismo em água, todavia, Deus opera como quer, essa é a verdade. Portanto, a regra neotestamentária, neste caso, pode ser alterada, se Deus assim o quiser.

No caso de Paulo e de Cornélio (seus parentes e amigos mais íntimos), o Dom do Espírito Santo precedeu o batismo em água (At 9.17,18; 10.44-48). Todavia, isto não muda o padrão divino (mas, é bom não esquecermos, que Jesus Cristo, operar como quer) para o recebimento do dom do Espírito Santo, pois nestes dois casos, existem sólidas razões que explicam, por que isto se sucedeu.

No caso de Paulo, o batismo do Espírito Santo precedeu o batismo em água, porque a conversão de Paulo fora totalmente real, genuína, inquestionável, pois ele tinha tido um encontro maravilhoso com Jesus (At 9.5). Como sinal de sua conversão, vemos Paulo submetendo-se à vontade de Jesus, «que queres que faça»? (vs.6), «jejuando» (v.9), «orando» (vs.11), «tendo visão» (vs.12), «era um vaso escolhido por Jesus» (vs.15), e finalmente foi chamado de «irmão» por Ananias (vs.17), sendo assim, o recebimento do Espírito Santo, confirmou a Ananias, tudo àquilo que Jesus havia lhe falado. Não podemos nos esquecer de que Paulo era um terrível perseguidor da Igreja de Cristo, pois o próprio Ananias havia relutado com Jesus a respeito da conversão do apóstolo (vss. 13 e14). Assim, ao ser «cheio do Espírito Santo», foi a confirmação cabal da sua conversão, que já havia ocorrido três dias antes. Depois da restauração da vista, Paulo foi cheio do Espírito Santo e batizado em água (vss. 17,18). Ainda que Lucas não diga especificamente que Paulo «falou em outras línguas» quando foi cheio do Espírito Santo, porém, é justo admitir que sim (1 Cor 14.18).

No caso de Cornélio; como até então nenhum gentio havia se convertido a Cristo, pois os judeus consideravam que a salvação era dada somente a eles. Evidentemente, Pedro e os demais judeus (que estavam com ele na casa de Cornélio) precisavam de um sinal convincente, que pudessem testificar de que a salvação também fora estendida aos gentios, para que assim fizessem o batismo. Pedro e os demais judeus que o acompanhavam, precisavam de um sinal que aquietasse as suas dúvidas e que confirmasse a salvação de Cornélio e os seus amigos, para daí serem batizados. «Ainda Pedro falava estas cousas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a Palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios foi derramado o Dom do Espírito Santo; pois os ouvia falando em línguas e engrandecendo a Deus. Então perguntou Pedro: Porventura pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados? E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo» (Atos 10.44-48a). Portanto, era preciso que Cornélio e os da sua casa fossem batizados no Espírito Santo, antes de serem batizados em água, pelos motivos já vistos, senão Pedro não ordenaria para que fossem batizados em água.

O dom do Espírito Santo é ligado ao Batismo em Água em João 3.5 (?); Atos 2.38; 9.19,18; 10.47; 2 Co 1.22; Efésios 1.13; Tito 3.5. O Espírito Santo acha-se presente no batismo em água, e é Ele Quem opera as operações simbolizadas e seladas pela água (1 Co 12.13; Tito 3.5), semelhantemente Ele é o mesmo Dom prometido em Atos 2.38. A filiação é também outra bênção principal associada ao batismo.

Muitos nos dias atuais, não crêem que as bênçãos divinas estão associadas ao batismo em água, acham ainda que elas não ocorrem desta maneira; isto é porque desconhecem a profundidade espiritual do batismo em água. Sabe-se que realmente as bênçãos de Jesus acompanhavam à Sua Igreja nos dias do N.T. É verdade que em nossos dias, estas bênçãos não mais ocorrem em associação com o batismo, porém, esta causa pode ser explicada por dois motivos principais e essenciais que faltam no batismo em água, que atualmente é administrado, a saber: 1) Falta de «fé» na importância (por desconhecerem o seu valor) do batismo (Rom 14.23; Cl 2.12; Heb 11.6) e, 2) Porque a fórmula batismal está totalmente incorreta, pois o convertido tem que ser batizado «em nome de Jesus Cristo» e não no nome de uma falsa Trindade, Isto é, no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo (At 2.38; 8.16; 10.48; 19.5; 22.16). Evidentemente, nenhuma bênção de Cristo pode estar ligada ao batismo em água, por falta destes dois motivos, resumimos; pois este «não é de maneira alguma um batismo cristão».

Todas as bênçãos da Nova Aliança são frutos da morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Estas bênçãos ou benefícios são alcançados mediante o batismo espiritual, simbolizado pelo batismo em água. Jesus deixou o batismo como um dos canais prescritos para alcançarmos estas bênçãos e o Dom do Espírito Santo é a sua confirmação (Isaías 59.21). É verdade que o batismo não é um rito mágico, as bênçãos somente são desfrutadas com o batismo «verdadeiramente bíblico» e mediante a atividade da «fé obediente» que segue o rito. Isto é manifesto em Romanos, onde Paulo ensina sobre o verdadeiro batismo, isto é, o batismo espiritual 6.1-11. O tópico ali é a obrigação que temos de viver em «santidade prática». Paulo primeiramente afirma que o batismo efetuou (isto é, o batismo espiritual, a realidade, do qual o batismo em água é o símbolo, pois nestas passagens também está incluído o batismo em água) o «uma união com Cristo em Sua morte e ressurreição, de tal modo que, para o convertido, houve realmente morte no tocante ao pecado e uma nova vida de justiça (vs.4)». A seguir Paulo explica como deve ser desfrutadas experimentalmente esta morte e esta vida: O crente em Jesus Cristo deve considerar-se «diariamente morto e vivo», isto é, pela atividade de uma fé obediente e preciosa (v. 11; Atos 5.1-10; 8.13,18-24). O batismo em água ratifica o nosso compromisso de lealdade e submissão a Cristo Jesus, para uma vida de santidade. Por outro lado, o batismo expressa simbolicamente a Obra Redentora de Cristo, de modo que ele aponta de volta a este Glorioso Sacrifício e ao mesmo tempo para frente, para uma vida de obediência, caracterizada «pela fé». Portanto, as bênçãos não operam automaticamente no batismo, mas sim, de acordo com tudo aquilo que falamos acima. Agora, é bem salientado que o batismo em água, sem o batismo espiritual (ver sobre o Batismo Espiritual), de nada adianta. A nossa verdadeira união com Cristo, somente acontece pelo «batismo espiritual», e não especificamente pelo batismo em água, pois este é somente o símbolo daquele, que é a realidade espiritual. É claro, porém, que o batismo em água tem o seu valor, mas dentro de seu devido lugar. Somente poderá dar ao batismo em água o seu devido valor, somente aquele que nasceu de novo (João 3.3-15), aquele que recebeu o «batismo espiritual» e aquele que reconhece à ordem de Jesus a respeito do batismo. Reiteramos, aquele que recebeu e conhece o batismo espiritual, passa a saber o que representa para ele o batismo em água. NÃO SE ESQUEÇA, de nada adianta alguém ser batizado em água, mas se não desfrutou e nem recebeu o BATISMO ESPIRITUAL. Se alguém não morreu e ressuscitou com Cristo, pelo Batismo Espiritual, para que serve o batismo em água? Resumindo, o batismo em água não salva ninguém, ele é o cumprimento do dever de cada verdadeiro cristão, depois que este vier a experimentar o Batismo Espiritual (Rom 6.3-11). Analise atentamente o que significa «Batismo Espiritual», na página que traz este mesmo título. Lá, o amado irmão verá as profundíssimas realidades espirituais que envolvem o Batismo Espiritual. O Estudo que temos passado a esse respeito, ainda que profundo, no entanto, faltam muitos detalhes, os quais enobrecem a nossa alma. Mas dentro do possível, segundo a sabedoria do Espírito Santo, estaremos transmitindo com alegria as grandes maravilhas que envolvem a nossa união com Cristo, que é o principal tema, onde está alicerçada a nossa salvação. Pedimos a você, querido irmão, que nos ajude em oração, para que assim possamos passar aquilo que o Espírito Santo nos ensinar. Afinal, esta Obra é dEle.

sábado, 6 de novembro de 2010

A Origem e Queda de Satanás

A Origem e Queda de Satanás

Na história do Universo nunca houve – nem haverá – traição maior. A criatura que representava a mais magnificente obra de seu Criador ressentiu-se de que sua glória era apenas emprestada, de que o papel que lhe estava destinado era o de tão somente refletir a infinita majestade do Deus que lhe deu o fôlego da vida. Dessa maneira, nasceu no coração de Lúcifer – e, em última análise, no recém-criado universo moral – o desprezível impulso da rebelião. Esse impulso originou a insurreição angélica que foi a mais terrível sedição na história em todos os tempos.

Uma questão preliminar

Por mais importante e original que tenha sido essa rebelião angélica, as Escrituras não incluem um registro específico do evento. No Antigo Testamento, Satanás aparece pela primeira vez no relato da queda de Adão (Gn 3). Ali, no entanto, ele já era o tentador caído que seduziu os primeiros seres humanos ao pecado. Dessa forma, já no início das Escrituras, a queda de Satanás é tratada como fato. Mas, por razões que não são esclarecidas em nenhum lugar, o próprio relato de sua queda está ausente nesse registro.

Ainda assim, o evento é lembrado duas vezes nos escritos dos profetas: por Isaías, em meio a uma inspirada diatribe contra a Babilônia (Is 14.11-23), e, mais tarde, por Ezequiel, quando ele repreende duramente o rei de Tiro (Ez 28.11-19). Essas duas passagens contam-nos a maior parte do que sabemos sobre a queda de Satanás.

Entretanto, aqui temos algumas dificuldades exegéticas. Em ambas as passagens, a menção da rebelião de Lúcifer aparece abruptamente num contexto que não trata, especificamente, de Satanás. Esse fato levou muitos estudiosos da Bíblia a rejeitar a idéia de que as passagens se referem a uma rebelião luciferiana e a insistir que elas focalizam exclusivamente os governantes humanos das nações pagãs às quais são dirigidas.

Apesar disso, é preferível entender que Isaías e Ezequiel propositalmente queriam levar os leitores para além dos crimes de reis humanos, guiando-os até a percepção do grande arquétipo do mal e da rebelião, o próprio Satanás. Essas passagens incluem descrições que, mesmo levando em conta a inclinação ao exagero por parte de governantes da Antiguidade, não poderiam ser atribuídas a qualquer ser humano. O emprego da primeira pessoa do singular (por exemplo: “Eu subirei...”; “exaltarei o meu trono...”; “me assentarei...”) em Isaías 14.13-14 refletiria um nível de ostentação indicativo de insanidade, caso fosse proferido por um mero ser humano, mesmo em se tratando de um dos monarcas pagãos babilônicos, que a si mesmos divinizavam. E qual rei de Tiro poderia ser descrito como “cheio de sabedoria e formosura... Perfeito... nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado...” (Ez 28.12,15)?

Além disso, a Bíblia ensina explicitamente que a perversidade do mundo visível é influenciada e animada por um domínio povoado por espíritos caídos, invisíveis (Dn 10.12-13; Ef 6.12), e que, em sua campanha traiçoeira e condenável de frustrar os propósitos do Deus verdadeiro, esses espíritos maus são dirigidos por Satanás, o “deus deste século” (2 Co 4.4).

Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus” (Gn 11.4).

É característico dos escritores bíblicos fazer a conexão entre o mundo visível e o invisível, e isso de forma tão abrupta que pega o leitor momentaneamente desprevenido. Quando Pedro expressou seu horror ante o pensamento da morte de Jesus, o Senhor lhe respondeu “Arreda, Satanás!” (Mt 16.23; cf. 4.8-10). De forma semelhante, repentinamente e sem aviso, o profeta Daniel pula de uma descrição profética sobre Antíoco Epifânio (Dn 11.3-35) para uma descrição similar do Anticristo dos tempos do fim (Dn 11.36-45). Antíoco, governante selêucida no período intertestamentário, precede o vilão maior que conturbará a terra nos últimos dias. Um salto abrupto e não-anunciado do mundo político ganancioso, auto-engrandecedor, visível, para o drama arquetípico que se desenrola num mundo invisível aos seres humanos – mas que, apesar de não ser visto, deu origem às atitudes denunciadas nessas passagens –, tal salto não está fora de lugar nas Escrituras.

Finalmente, por trás das conexões feitas nessas duas passagens pode muito bem estar um tema que freqüentemente retorna nas Escrituras. Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre” (Gn 11.4). A cidade era um centro de atividade comercial, enquanto a torre representava o ponto focal do culto pagão. Essa dupla caracterização do cosmo como expressão de egoísmo (o espírito ganancioso do comercialismo não-santificado) e de rebelião (a busca por ídolos) ressoa ao longo de toda a Palavra de Deus, chegando a um clímax em Apocalipse 17-18, onde anjos que se mantiveram fiéis a Deus anunciam a tão esperada e muito merecida destruição da Babilônia religiosa e comercial.

É instrutivo notar que enquanto todo o trecho de Ezequiel 26-28 repreende severamente a Tiro – o mais importante centro de comércio e de riqueza nos dias desse profeta – Isaías 14 denuncia Babilônia, que representa o centro da falsa religião ao longo de toda a Escritura. Talvez essa caracterização do cosmo caído como “cidade e torre” – tão importante naquilo que a Escritura afirma em relação ao mundo em rebelião contra Deus – ajude a explicar o salto dado pelos profetas nas passagens que consideramos. Quando contemplavam a cultura de seu tempo, que incorporava perfeitamente um elemento do cosmo caído, cada um deles se sentiu compelido pelo Espírito superintendente de Deus a focalizar a rebelião angélica dos tempos primitivos, a qual animava a rebelião humana que estavam denunciando.

Dessa forma, essas duas críticas severas, que identificam os espíritos perversos de cobiça inescrupulosa e rebelião espiritual, ajudam a explicar por que tais espíritos predominam tantas vezes ao longo da história humana. Os textos referidos, ao mesmo tempo, também antecipam a destruição profeticamente narrada em Apocalipse 17 e 18.

A linhagem de Satanás

De Isaías 14 e Ezequiel 28 emerge um quadro relativamente extenso de Satanás antes de sua rebelião.

Lúcifer: essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol.

Sua pessoa: Ele foi o ser mais exaltado de toda a criação (Ez 28.13,15), a mais grandiosa das obras de Deus, um ser celestial radiante, que refletia da maneira mais perfeita o esplendor de seu Criador. Assim, ele apropriadamente era chamado de Lúcifer. Essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol. O nome Lúcifer tornou-se amplamente usado como título para Satanás antes de sua rebelião porque é o equivalente latino dessa palavra. Na realidade, é difícil saber com certeza se o termo foi empregado com o sentido de nome próprio ou de expressão descritiva.

Seu lugar: Ezequiel afirmou que esse anjo exaltado estava “no Éden, jardim de Deus” (Ez 28.13). Aqui, a referência não é ao Éden terreno que Satanás invadiu para tentar a humanidade, mas à sala do trono em que Deus habita em absoluta majestade e perfeita pureza (veja Is 6; Ez 1). Ezequiel 28 também chama esse lugar de “monte santo de Deus”, onde Lúcifer andava “no brilho das pedras” (v. 14). Essas descrições não são apropriadas ao Éden terreno, mas adequadas à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.

Sua posição: Satanás é denominado “querubim da guarda ungido” (Ez 28.14). Querubins representam a mais alta graduação da autoridade angélica, sendo seu papel guardar simbolicamente o trono de Deus (compare os querubins esculpidos flanqueando a arca da aliança – o trono de Javé – no Tabernáculo ou Templo, Êx 25.18-22; Hb 9.5; cf. Gn 3.24; Ez 10.1-22). Lúcifer foi ungido (consagrado) por sentença deliberada de Deus (Ez 28.14: “te estabeleci”) para a tarefa indizivelmente santa de guardar o trono do todo-glorioso Criador. Ele é descrito como sendo dotado de beleza inigualável, vestido de luz radiante, equipado com sabedoria e capacidade ilimitadas, mas também criado com o poder de tomar decisões morais reais. Portanto, a obrigação moral mais básica de Satanás era a de permanecer leal a Deus, de lembrar sempre que, independentemente de quão elevada fosse a sua posição, seu estado era o de um ser criado.

A queda de Satanás

Neste ponto, encontramo-nos diante de um dos mais profundos mistérios do universo moral, conforme revelado nas Escrituras: “Como é que o pecado entrou no universo?” Está claro que a entrada do pecado tem conexão com a rebelião de Satanás. Mas, como foi que o impulso perverso surgiu no coração de alguém criado por um Deus perfeitamente santo? Diante de tal enigma, temos de reconhecer que as coisas encobertas de fato pertencem a Deus; as reveladas, no entanto, pertencem a nós (Dt 29.29). E três dessas realidades claramente reveladas merecem ser enfatizadas:

Primeiro: a queda de Lúcifer foi resultado de sua insondável e pervertida determinação de usurpar a glória que pertence unicamente a Deus. Esse fato é explicitado em uma série de cinco afirmações que empregam verbos na primeira pessoa do singular, conforme registradas em Isaías 14.13-14. Nisto consiste a essência do pecado: o desejo e a determinação de viver como se a criatura fosse mais importante que o Criador.

Lúcifer andava “no brilho das pedras” (Ez 28.14). Essa descrição refere-se à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.

Segundo: Satanás é inteira e exclusivamente responsável por sua escolha perversa. Nisso existe uma dimensão inescrutável. Alguns têm argumentado que Deus deve ter Sua parcela de responsabilidade por este (e todo outro) crime, porque, caso fosse de Seu desejo, poderia ter criado um mundo em que tal rebelião fosse impossível. Outros dizem que, se Deus tivesse criado um mundo em que apenas se pudesse fazer o que o seu Criador quisesse, nele não poderiam ser incluídos agentes morais feitos à imagem de Deus, dotados da capacidade de tomar decisões reais – e, conseqüentemente, de escolher adorar e amar a Deus. Há verdade nessa observação, mas também há mistério. O relato deixa claro que o orgulho fez com que Lúcifer caísse numa terrível armadilha (Is 14.13-14; Ez 28.17; cf. 1 Tm 3.6), mas nada explica como tal orgulho de perdição pode surgir no coração de uma criatura de Deus não caída e perfeita.

No entanto, não há mistério quanto ao fato de que Satanás é, totalmente e com justiça, responsável pelo seu crime. Ezequiel 28.15 afirma explicitamente que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado, “até que se achou iniqüidade em ti”. A culpabilidade moral é dele, e apenas dele. Na verdade, em toda sua extensão, a Bíblia afirma que Deus governa soberanamente o universo moral e controla todas as coisas – inclusive a maldade de homens e anjos – para que correspondam aos seus perfeitos propósitos. Mas ela também ensina que Deus não deve e não será responsabilizado por essa maldade, em qualquer sentido.

Finalmente, por causa de sua rebelião, Satanás tornou-se o arquiinimigo de Deus e de tudo o que é divino. Sua queda – bem como a dos espíritos que se uniram a ele – é irreversível; não há esperança de redenção. Satanás foi privado da comunhão com o Deus santo de forma final e irrecuperável. Para ser exato, Satanás ainda tem acesso à sala judicial do trono do Universo por causa de seu papel de acusador dos irmãos, papel este que lhe foi designado divinamente (Jó 1 e 2; Zc 3; Lc 22.31; Ap 12.10). Tal acesso, no entanto, é destituído da comunhão com Deus ou da Sua aceitação. Devido à sua traição, que foi a mais terrível na história do cosmo, Satanás e seus anjos somente podem esperar a condenação e a punição eternas (Mt 25.41). (Douglas Bookman - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, setembro de 2002.